Sérgio Ribeiro
'Não precisa de Remédio mas de prece...'Quando o Caso Humberto de Campos vivia sua fase aguda, o Chico foi experimentado por todos os meios. Inimigos ocultos, que nos adversam a crença, procuravam apanhá-lo numa infração, num deslize, numa mistificação, em algo que ferisse a Lei de Cesar e pudesse servir de motivo para sua prisão e deslustre de sua famosa mediunidade.
Numa tarde, descansando-se das lutas diárias, lia a um canto do humilde quarto, quando alguém lhe bate à porta e pede:
- Seu Chico, tenho um parente muito mal e venho pedir-lhe, por caridade, uma receita.
Atendeu. Era um senhor idoso, desconhecido em Pedro Leopoldo. Toma-lhe a folha de papel com o nome, a idade e a residência do enfermo e diz:
- Espere um instante, vou ver o que posso fazer.
Ao sentar-se, concentra-se e Emmanuel vem e lhe diz:
- Cuidado, Chico, com os pedidos de receitas e as aparências dos que lhe batem à porta... Escreva: ESTE DOENTE NÃO PRECISA MAIS DE REMÉDIOS, MAS DE PRECES, POIS JÁ É UM DESENCARNADO...
O Médium arregala os olhos e agradece ao seu Guia. Tudo compreende e promete a si mesmo ter mais cautela. . . E entrega a RECEITA ao portador, que a recebe pressuroso, se surpreende com o que lê e sai correndo...
Adiante, numa esquina, outros amigos o esperavam ansiosos.
Leem o remédio receitado pelos Espíritos e saem às pressas, verificando que o Espiritismo não é mentira como supunham, mas uma Verdade triunfante em marcha para seus destinos consoladores traçados por Jesus.
Ramiro Gama
Livro: ‘Irmãos do Bom Combate’
Edição G E Regeneração RJ - 1969
quarta-feira, 10 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
A vaidade
Sérgio Ribeiro
Quero falar da vaidade, que se mescla a todas as ações humanas. Ela macula os mais suaves pensamentos; invade o coração e o cérebro. Planta maligna, abafa a bondade em seu nascedouro; todas as qualidades são aniquiladas por seu veneno. Para lutar contra ela, é preciso exercitar a prece; somente ela nos dá força e humildade. Homens ingratos! Esqueceis de Deus incessantemente.
Ele não é para vós senão o socorro implorado na aflição, e jamais o amigo convidado para o banquete da alegria. Para iluminar o dia ele vos deu o sol, radiação gloriosa, e para clarear a noite, as estrelas, flores de ouro. Por toda parte, ao lado dos elementos necessários à Humanidade, pôs o luxo necessário à beleza de sua obra. Deus vos tratou como faria um anfitrião generoso que, para receber seus convidados, multiplica o luxo de sua mansão e a abundância do festim. Que fazeis vós, que tendes apenas o coração para lhe oferecer? Longede o honrar com as vossas virtudes e alegrias, longe de lhe oferecer as premissas de vossas esperanças, não o desejais e somente o convidais a penetrar-vos o coração quando o luto e as decepções amargas vos trabalharam e deixaram marcas. Ingratos!
Que esperais para amar vosso Deus? A desgraça e o abandono.
Antes lhe oferecei o coração, livre de dores; oferecei-lhe, como homens em pé, e não como escravos ajoelhados, vosso amor purificado do medo, e na hora do perigo ele se lembrará de vós, que não o esquecestes na hora da felicidade.
(Pela Sra. Lesc..., médium.)
Quero falar da vaidade, que se mescla a todas as ações humanas. Ela macula os mais suaves pensamentos; invade o coração e o cérebro. Planta maligna, abafa a bondade em seu nascedouro; todas as qualidades são aniquiladas por seu veneno. Para lutar contra ela, é preciso exercitar a prece; somente ela nos dá força e humildade. Homens ingratos! Esqueceis de Deus incessantemente.
Ele não é para vós senão o socorro implorado na aflição, e jamais o amigo convidado para o banquete da alegria. Para iluminar o dia ele vos deu o sol, radiação gloriosa, e para clarear a noite, as estrelas, flores de ouro. Por toda parte, ao lado dos elementos necessários à Humanidade, pôs o luxo necessário à beleza de sua obra. Deus vos tratou como faria um anfitrião generoso que, para receber seus convidados, multiplica o luxo de sua mansão e a abundância do festim. Que fazeis vós, que tendes apenas o coração para lhe oferecer? Longede o honrar com as vossas virtudes e alegrias, longe de lhe oferecer as premissas de vossas esperanças, não o desejais e somente o convidais a penetrar-vos o coração quando o luto e as decepções amargas vos trabalharam e deixaram marcas. Ingratos!
Que esperais para amar vosso Deus? A desgraça e o abandono.
Antes lhe oferecei o coração, livre de dores; oferecei-lhe, como homens em pé, e não como escravos ajoelhados, vosso amor purificado do medo, e na hora do perigo ele se lembrará de vós, que não o esquecestes na hora da felicidade.
(Pela Sra. Lesc..., médium.)
Georges (Espírito familiar)
Revista Espírita – junho de 1860
Revista Espírita – junho de 1860
O Câncer segundo o espiritismo
1 – O câncer é uma enfermidade cármica?
2 – O fumante inveterado, que fuma dois a três maços de cigarro por dia, dificilmente escapará do câncer no pulmão. Não haveria aí uma exceção?
Ainda aqui temos um princípio de causa e efeito, remontando não somente ao passado remoto, mas à existência presente. O carma do fumante inveterado será o câncer no pulmão. É um problema de uso. Se usamos mal a máquina física, submetendo-a a excessos e viciações, fatalmente colheremos as conseqüências dos desajustes que lhe estamos pondo.
3 – E no caso do fumante passivo?
4 – Diríamos que as vítimas de câncer motivado por essas contingências não estão resgatando dívidas?
Há uma tendência no meio espírita de associarmos enfermidade a problemas cármicos, oriundos de vidas passadas, quando, em boa parte, ela surge como um problema de uso. O corpo é uma máquina que tem suas necessidades e limitações. Se não o atendemos em suas necessidades, se não observamos suas limitações, a tendência é ficarmos doentes, como um motorista que terá problemas com seu automóvel se não cuidar bem dele.
5 – Dentro desse contexto, como explicar as tendências genéticas ao câncer?
Filhos de pais que tiveram câncer têm uma possibilidade maior de contrair a doença, em virtude da herança genética. A expressão tendência significa que nem todos os filhos de pais com câncer irão contrair a doença. Aqui entram o carma, as condições ambientes, os cuidados com o corpo. Se não há no perispírito do filho desajustes que favoreçam o câncer, se o ambiente em que vive é saudável, se cuida bem com o corpo, dificilmente contrairá a moléstia, ainda que ela conste de seu histórico familiar.
6 – Para muita gente o câncer equivale a um anúncio de morte próxima. Deixam-se dominar pela doença e efetivamente morrem. É uma postura correta?
Totalmente incorreta. Foi-se o tempo em que o câncer equivalia a um atestado de óbito. A Medicina evoluiu muito nessa especialidade. O que o paciente não pode é entregar-se ao desânimo. A vontade de viver é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento.
7 – Uns morrem de câncer, outros o superam e recobram a saúde. Não haveria aí a fatalidade da morte. Para uns chegou a hora, para outros não?
8 – Nesse aspecto, como podemos situar a ação da Medicina?
Segundo informam os mentores espirituais, doenças graves, como o câncer, podem surgir por válvulas de escoamento de desajustes perispirituais, nascidos de nossos desatinos no passado, observada a lei de causa e efeito, que rege nossa evolução. Representam uma espécie de tratamento de beleza para o Espírito.
2 – O fumante inveterado, que fuma dois a três maços de cigarro por dia, dificilmente escapará do câncer no pulmão. Não haveria aí uma exceção?
Ainda aqui temos um princípio de causa e efeito, remontando não somente ao passado remoto, mas à existência presente. O carma do fumante inveterado será o câncer no pulmão. É um problema de uso. Se usamos mal a máquina física, submetendo-a a excessos e viciações, fatalmente colheremos as conseqüências dos desajustes que lhe estamos pondo.
3 – E no caso do fumante passivo?
Hoje está demonstrado, estatisticamente, que há uma incidência significativa de câncer no pulmão em pessoas que “fumam” indiretamente, absorvendo a fumaça de ambientes saturados pelas baforadas dos viciados. Incontáveis problemas de saúde surgem a partir das condições de vida na Terra, a começar pela poluição dos grandes centros urbanos, gerando não apenas o câncer, mas, também, moléstias do aparelho respiratório. Na atualidade há grande preocupação com a incidência de câncer de pele que é assustadora, em decorrência do desgaste da camada de ozônio, provocada também pela poluição. A relação de causa e efeito, nesses casos, está na indiferença e no desrespeito do homem com a Natureza.
4 – Diríamos que as vítimas de câncer motivado por essas contingências não estão resgatando dívidas?
Há uma tendência no meio espírita de associarmos enfermidade a problemas cármicos, oriundos de vidas passadas, quando, em boa parte, ela surge como um problema de uso. O corpo é uma máquina que tem suas necessidades e limitações. Se não o atendemos em suas necessidades, se não observamos suas limitações, a tendência é ficarmos doentes, como um motorista que terá problemas com seu automóvel se não cuidar bem dele.
5 – Dentro desse contexto, como explicar as tendências genéticas ao câncer?
Filhos de pais que tiveram câncer têm uma possibilidade maior de contrair a doença, em virtude da herança genética. A expressão tendência significa que nem todos os filhos de pais com câncer irão contrair a doença. Aqui entram o carma, as condições ambientes, os cuidados com o corpo. Se não há no perispírito do filho desajustes que favoreçam o câncer, se o ambiente em que vive é saudável, se cuida bem com o corpo, dificilmente contrairá a moléstia, ainda que ela conste de seu histórico familiar.
6 – Para muita gente o câncer equivale a um anúncio de morte próxima. Deixam-se dominar pela doença e efetivamente morrem. É uma postura correta?
Totalmente incorreta. Foi-se o tempo em que o câncer equivalia a um atestado de óbito. A Medicina evoluiu muito nessa especialidade. O que o paciente não pode é entregar-se ao desânimo. A vontade de viver é fundamental para o sucesso de qualquer tratamento.
7 – Uns morrem de câncer, outros o superam e recobram a saúde. Não haveria aí a fatalidade da morte. Para uns chegou a hora, para outros não?
Pensando assim seria o caso de renunciar a qualquer medicação, deixando tudo por conta do destino. O que se sabe é que os que renunciam ao tratamento raramente escapam da morte.
Os que se tratam, guardando os cuidados necessários, ganham maior espaço para viver. Podemos ter câncer por problema cármico, mas não temos necessariamente que morrer vitimados por ele. Na atualidade, são notáveis os avanços da Medicina, contabilizando índices altos de cura, principalmente quando o mal é detectado no início.
Os que se tratam, guardando os cuidados necessários, ganham maior espaço para viver. Podemos ter câncer por problema cármico, mas não temos necessariamente que morrer vitimados por ele. Na atualidade, são notáveis os avanços da Medicina, contabilizando índices altos de cura, principalmente quando o mal é detectado no início.
8 – Nesse aspecto, como podemos situar a ação da Medicina?
A Medicina é a misericórdia de Deus, minorando nossos padecimentos, quando inevitáveis, curando nossos males, quando possível. Em linhas gerais ela sustenta-nos a vida, oferecendo-nos condições para uma existência saudável e produtiva, atendendo às finalidades da jornada humana.
Fonte: Centro Espírita Jesus
Fonte: Centro Espírita Jesus
Deus sabe
Há momentos muito difíceis, que parecem insuperáveis, enriquecidos de problemas e dores que se prolongam, intermináveis, ignorados pelos mais próximos afetos, mas que Deus sabe.Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, não te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.
Injustiçado, e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.
Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à desesperação, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.
Crucificado nas traves ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as conseqüências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.
Deus sabe tudo!
Basta que te deixes conduzir por Ele, e sintonizado com a Sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.
Divaldo Franco
Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: Livraria Espírita Alvorada.
Injustiçado, e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, experimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.
Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à desesperação, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.
Crucificado nas traves ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa ninguém detecta, a fim de minimizar-lhe as conseqüências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.
Deus sabe tudo!
Basta que te deixes conduzir por Ele, e sintonizado com a Sua misericórdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.
Divaldo Franco
Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: Livraria Espírita Alvorada.
Relembrando nosso Chico
Luz Da Existencia Kardecista
Em seu livro “Mediunidade”, Divaldo Franco conta que Chico Xavier, além da tradicional sopa distribuída na casa espírita de que participava, tinha o hábito de realizar visitas a famílias necessitadas, sem horário definido e fazendo-o, por vezes, mesmo à noite.
O médium, ainda em Pedro Leopoldo, costumava visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte, numa estrada abandonada. Iam ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas muito pobres de sua comunidade. E, na medida que eles aumentavam a freqüência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam alimentos suficientes para o grupo. Afinal, as doações eram custeadas com seus próprios salários.
O esposo de Luíza, que era fiscal da prefeitura, recolhia na xepa das feiras-livres legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, à noite, aos necessitados da ponte.
Um dia, porém, o pequeno grupo não tinha absolutamente nada. Decidiu-se, então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer. E eles próprios estavam vivendo com extremas dificuldades.
Foi quando apareceu-lhe o espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocassem algumas garrafas com água, que seria magnetizada para ser distribuída, havendo, ao menos, alguma coisa para dar.
Feito isto, o líquido teria adquirido um suave perfume, e então o Chico tomou as moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.
Quando lá chegaram encontraram umas 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados.
“Lá vem o Chico”, gritou alguém, enquanto o médium, constrangido e angustiado, pretendeu explicar a ocorrência.
Levantou-se e falou: “Meus irmãos, hoje nós não temos nada”, e narrou a dificuldade. As pessoas ficaram logo ofendidas, tomando atitudes de desrespeito e ele começou a chorar. Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse: “Alto lá! Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar e hoje, que eles não têm nada para nos dar, vamos nós dar-lhes alguma coisa. Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer”!
Neste momento, apareceu um caminhão carregado e o motorista procurava por Chico Xavier. Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal? Chico recordava-se de um senhor de boa posição financeira, morador de São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo e lhe contara o drama que vivia.
Seu filho falecera e o desespero atormentava o casal. Durante a reunião, o jovem veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem. Ambos ficaram muito gratos e garantiram que haveriam de retribuir a ajuda.
Foi quando o motorista lhe narrou: “Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Dr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada e atrasei; quando cheguei, estava tudo fechado”.
“Olhei para os lados - prosseguiu o motorista - e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava. Disse que estava procurando Chico Xavier e ele me falou que, debaixo de uma ponte caída, estaria seu grupo. Este homem insistiu, ainda, para que dissesse ao Sr. que foi ele quem o orientou”.
“E qual o seu nome?”, perguntou o médium.
“Bezerra de Menezes”, respondeu o motorista.
Suas amigas ficaram espantadas, mas Chico limitou-se a dizer: “É um velho amigo”...
Em seu livro “Mediunidade”, Divaldo Franco conta que Chico Xavier, além da tradicional sopa distribuída na casa espírita de que participava, tinha o hábito de realizar visitas a famílias necessitadas, sem horário definido e fazendo-o, por vezes, mesmo à noite.
O médium, ainda em Pedro Leopoldo, costumava visitar pessoas que ficavam embaixo de uma velha ponte, numa estrada abandonada. Iam ele, sua irmã Luiza e mais duas ou três pessoas muito pobres de sua comunidade. E, na medida que eles aumentavam a freqüência de visitas, os necessitados foram se avolumando, e mal conseguiam alimentos suficientes para o grupo. Afinal, as doações eram custeadas com seus próprios salários.
O esposo de Luíza, que era fiscal da prefeitura, recolhia na xepa das feiras-livres legumes e outros alimentos, e que eram doados para distribuir anonimamente, nos sábados, à noite, aos necessitados da ponte.
Um dia, porém, o pequeno grupo não tinha absolutamente nada. Decidiu-se, então, não irem, pois aquela gente estava com fome e nada teriam para oferecer. E eles próprios estavam vivendo com extremas dificuldades.
Foi quando apareceu-lhe o espírito do Dr. Bezerra de Menezes, que sugeriu colocassem algumas garrafas com água, que seria magnetizada para ser distribuída, havendo, ao menos, alguma coisa para dar.
Feito isto, o líquido teria adquirido um suave perfume, e então o Chico tomou as moringas e, com suas amigas, após a reunião convencional do sábado, dirigiram-se à ponte.
Quando lá chegaram encontraram umas 200 pessoas, entre crianças, adultos, enfermos em geral, pessoas com graves problemas espirituais, necessitados.
“Lá vem o Chico”, gritou alguém, enquanto o médium, constrangido e angustiado, pretendeu explicar a ocorrência.
Levantou-se e falou: “Meus irmãos, hoje nós não temos nada”, e narrou a dificuldade. As pessoas ficaram logo ofendidas, tomando atitudes de desrespeito e ele começou a chorar. Neste momento, uma das assistidas levantou-se e disse: “Alto lá! Este homem e estas mulheres vêm sempre aqui nos ajudar e hoje, que eles não têm nada para nos dar, vamos nós dar-lhes alguma coisa. Vamos dar-lhes a nossa alegria, vamos cantar, vamos agradecer”!
Neste momento, apareceu um caminhão carregado e o motorista procurava por Chico Xavier. Quando ele atendeu, o motorista perguntou se ele se lembrava de um certo Dr. Fulano de Tal? Chico recordava-se de um senhor de boa posição financeira, morador de São Paulo, que um ano antes estivera em Pedro Leopoldo e lhe contara o drama que vivia.
Seu filho falecera e o desespero atormentava o casal. Durante a reunião, o jovem veio trazido pelo Dr. Bezerra de Menezes e escreveu uma consoladora mensagem. Ambos ficaram muito gratos e garantiram que haveriam de retribuir a ajuda.
Foi quando o motorista lhe narrou: “Estou trazendo este caminhão de alimentos mandado pelo Dr. Fulano de Tal, que me deu o endereço do Centro onde deveria entregar a carga, mas tive um problema na estrada e atrasei; quando cheguei, estava tudo fechado”.
“Olhei para os lados - prosseguiu o motorista - e apareceu-me um senhor de idade com barbas brancas, e perguntou o que eu desejava. Disse que estava procurando Chico Xavier e ele me falou que, debaixo de uma ponte caída, estaria seu grupo. Este homem insistiu, ainda, para que dissesse ao Sr. que foi ele quem o orientou”.
“E qual o seu nome?”, perguntou o médium.
“Bezerra de Menezes”, respondeu o motorista.
Suas amigas ficaram espantadas, mas Chico limitou-se a dizer: “É um velho amigo”...
domingo, 7 de abril de 2013
A eficácia da prece em favor do Suicida
Sérgio Ribeiro
A oração é um recurso mental de poder extraordinário.
Podemos orar pelos encarnados e pelos desencarnados, por nós mesmos e pelos outros.
Através da oração não podemos mudar o curso dos resgates necessários, em nós ou nos outros, mas podemos confortar e ser confortados. Quando bem utilizada, ela amplia a nossa receptividade, favorecendo aos bons Espíritos, nos inspirarem.
Quantos problemas poderiam ter morrido no nascedouro, se o recurso da oração sincera tivesse sido utilizado!
A oração feita com amor gera ondas mentais, que se propagam no espaço em direção ao alvo para o qual é endereçada. No caso específico de Espíritos sofredores, ela proporciona alívio e conforto espiritual.
No entanto, muitas pessoas, mesmo aquelas que são conhecedoras do poder da oração, externam certa dúvida, quando se trata de orar pelos que se suicidaram.
Certamente supõem que o suicida, sofredor de dores inimagináveis, como descrevem algumas obras espíritas, permanecendo longo período em total perturbação, dispensariam o recurso da oração.
É como se imaginassem um determinismo, que a oração não poderia mudar.
Comete grande equívoco quem defende esta tese. É no mínimo uma prova de desconhecimento a respeito do assunto.
Os efeitos da prece acontecem através de mecanismos não totalmente conhecidos por nós, humanos.
Os relatos feitos por desencarnados, que foram vítimas de suicídio, comprovam a eficácia da prece e revelam ser uma importante caridade, realizada em benefício destes sofredores.
Ela é um recurso algumas vezes esquecido, porém, poderoso em qualquer circunstância.
Claro que não podemos interpretá-la como um recurso mágico para isentar o devedor do débito.
Mas com certeza lhe dará conforto e forças para reagir, impedindo, em alguns Espíritos, o prolongamento desnecessário do seu sofrimento.
Para melhor esclarecimento a respeito do assunto, consideraremos duas situações, colhidas do livro Memórias de um Suicida, ed. FEB, recebido mediunicamente por Yvonne do Amaral Pereira:
a) Espíritos resgatados das zonas de sofrimento, em recuperação nas colônias espirituais – comentário de Camilo Cândido Botelho:
Da Terra, todavia, não eram raras as vezes que discípulos de Allan Kardec emitiam pensamentos caridosos em nosso favor, visitando-nos frequentemente através de correntes mentais vigorosas que a Prece santificava, tornando-as ungidas de ternura e compaixão, as quais caíam no recesso de nossas almas cruciadas e esquecidas, quais fulgores de consoladora esperança! (Op. cit., cap. Jerônimo de Araújo Silveira e família, p. 105-106.)
b) Espíritos ainda não resgatados – comentário de Yvonne Pereira:
Certa vez, há cerca de vinte anos, um dos meus dedicados educadores espirituais – Charles – levou-me a um cemitério público do Rio de Janeiro, a fim de visitarmos um suicida que rondava os próprios despojos em putrefação. Estava enlouquecido, atordoado, por vezes furioso, sem se poder acalmar para raciocinar, insensível a toda e qualquer vibração que não fosse a sua imensa desgraça! E Charles, tristemente, com acento indefinível de ternura, falou:
– “Aqui, só a prece terá virtude capaz de se impor! Será o único bálsamo que poderemos destilar em seu favor, santo bastante para, após certo período de tempo, poder aliviá-lo...” (Op. cit., cap. Os réprobos, Nota da médium no 3, p. 49.)
De acordo com o exposto, não poderá restar dúvida sobre a eficácia da prece. E no caso específico do suicídio, podemos afirmar que é o único recurso de que nós, encarnados, dispomos para, com certeza, aliviar o sofrimento imenso causado por tão enganosa solução.
Abaixo, transcrevemos um trecho do diálogo entre Divaldo Pereira Franco e o Espírito de um suicida, que sofreu vários anos os efeitos dolorosos da sua precipitada ação (do livro O Semeador de Estrelas de Suely Caldas Schubert). Dei-me conta, então, que a morte não me matara e que alguém pedia a Deus por mim.
Lembrei-me de Deus, de minha mãe, que já havia morrido. Comecei a refletir que eu não tinha o direito de ter feito aquilo, passei a ouvir alguém dizendo:
“Ele não fez por mal. Ele não quis matar-se”. Até que um dia esta força foi tão grande que me atraiu; aí eu vi você nesta janela, chamando por mim.
– Eu perguntei – continuou o Espírito – quem é? Quem está pedindo a Deus por mim, com tanto carinho, com tanta misericórdia? Mamãe surgiu e esclareceu-me:
– É uma alma que ora pelos desgraçados.
– Comovi-me, chorei muito e a partir daí passei a vir aqui, sempre que você me chamava pelo nome.
Dá para perceber, nestes dois exemplos, que a oração, também para os casos de suicídio, tem o poder de lenir a dor e aplacar o desespero da vítima. Nestas condições, poderá acontecer a mudança gradativa dos painéis mentais (gerados pelo sentimento de culpa), à medida que surge o arrependimento sincero, proporcionando aos samaritanos da Espiritualidade resgatarem a vítima, que ainda se encontre nas regiões de sofrimento, para uma colônia espiritual.
Reformador Nov.09
Em suas preces diárias não se esqueçam de nossos irmãos suicidas.
Podemos orar pelos encarnados e pelos desencarnados, por nós mesmos e pelos outros.
Através da oração não podemos mudar o curso dos resgates necessários, em nós ou nos outros, mas podemos confortar e ser confortados. Quando bem utilizada, ela amplia a nossa receptividade, favorecendo aos bons Espíritos, nos inspirarem.
Quantos problemas poderiam ter morrido no nascedouro, se o recurso da oração sincera tivesse sido utilizado!
A oração feita com amor gera ondas mentais, que se propagam no espaço em direção ao alvo para o qual é endereçada. No caso específico de Espíritos sofredores, ela proporciona alívio e conforto espiritual.
No entanto, muitas pessoas, mesmo aquelas que são conhecedoras do poder da oração, externam certa dúvida, quando se trata de orar pelos que se suicidaram.
Certamente supõem que o suicida, sofredor de dores inimagináveis, como descrevem algumas obras espíritas, permanecendo longo período em total perturbação, dispensariam o recurso da oração.
É como se imaginassem um determinismo, que a oração não poderia mudar.
Comete grande equívoco quem defende esta tese. É no mínimo uma prova de desconhecimento a respeito do assunto.
Os efeitos da prece acontecem através de mecanismos não totalmente conhecidos por nós, humanos.
Os relatos feitos por desencarnados, que foram vítimas de suicídio, comprovam a eficácia da prece e revelam ser uma importante caridade, realizada em benefício destes sofredores.
Ela é um recurso algumas vezes esquecido, porém, poderoso em qualquer circunstância.
Claro que não podemos interpretá-la como um recurso mágico para isentar o devedor do débito.
Mas com certeza lhe dará conforto e forças para reagir, impedindo, em alguns Espíritos, o prolongamento desnecessário do seu sofrimento.
Para melhor esclarecimento a respeito do assunto, consideraremos duas situações, colhidas do livro Memórias de um Suicida, ed. FEB, recebido mediunicamente por Yvonne do Amaral Pereira:
a) Espíritos resgatados das zonas de sofrimento, em recuperação nas colônias espirituais – comentário de Camilo Cândido Botelho:
Da Terra, todavia, não eram raras as vezes que discípulos de Allan Kardec emitiam pensamentos caridosos em nosso favor, visitando-nos frequentemente através de correntes mentais vigorosas que a Prece santificava, tornando-as ungidas de ternura e compaixão, as quais caíam no recesso de nossas almas cruciadas e esquecidas, quais fulgores de consoladora esperança! (Op. cit., cap. Jerônimo de Araújo Silveira e família, p. 105-106.)
b) Espíritos ainda não resgatados – comentário de Yvonne Pereira:
Certa vez, há cerca de vinte anos, um dos meus dedicados educadores espirituais – Charles – levou-me a um cemitério público do Rio de Janeiro, a fim de visitarmos um suicida que rondava os próprios despojos em putrefação. Estava enlouquecido, atordoado, por vezes furioso, sem se poder acalmar para raciocinar, insensível a toda e qualquer vibração que não fosse a sua imensa desgraça! E Charles, tristemente, com acento indefinível de ternura, falou:
– “Aqui, só a prece terá virtude capaz de se impor! Será o único bálsamo que poderemos destilar em seu favor, santo bastante para, após certo período de tempo, poder aliviá-lo...” (Op. cit., cap. Os réprobos, Nota da médium no 3, p. 49.)
De acordo com o exposto, não poderá restar dúvida sobre a eficácia da prece. E no caso específico do suicídio, podemos afirmar que é o único recurso de que nós, encarnados, dispomos para, com certeza, aliviar o sofrimento imenso causado por tão enganosa solução.
Abaixo, transcrevemos um trecho do diálogo entre Divaldo Pereira Franco e o Espírito de um suicida, que sofreu vários anos os efeitos dolorosos da sua precipitada ação (do livro O Semeador de Estrelas de Suely Caldas Schubert). Dei-me conta, então, que a morte não me matara e que alguém pedia a Deus por mim.
Lembrei-me de Deus, de minha mãe, que já havia morrido. Comecei a refletir que eu não tinha o direito de ter feito aquilo, passei a ouvir alguém dizendo:
“Ele não fez por mal. Ele não quis matar-se”. Até que um dia esta força foi tão grande que me atraiu; aí eu vi você nesta janela, chamando por mim.
– Eu perguntei – continuou o Espírito – quem é? Quem está pedindo a Deus por mim, com tanto carinho, com tanta misericórdia? Mamãe surgiu e esclareceu-me:
– É uma alma que ora pelos desgraçados.
– Comovi-me, chorei muito e a partir daí passei a vir aqui, sempre que você me chamava pelo nome.
Dá para perceber, nestes dois exemplos, que a oração, também para os casos de suicídio, tem o poder de lenir a dor e aplacar o desespero da vítima. Nestas condições, poderá acontecer a mudança gradativa dos painéis mentais (gerados pelo sentimento de culpa), à medida que surge o arrependimento sincero, proporcionando aos samaritanos da Espiritualidade resgatarem a vítima, que ainda se encontre nas regiões de sofrimento, para uma colônia espiritual.
Reformador Nov.09
Em suas preces diárias não se esqueçam de nossos irmãos suicidas.
Sexo e vivência
Além da vida
Muitos pensadores no terreno das reflexões humanas falam sobre sexo e vivência, em forma de “tabus” e como de fosse “falta de pudor” e motivo de vergonha. O sexo e suas manifestações sob à égide do amor são sacrossantas e devem ser respeitadas e tratadas com a devida responsabilidade e compromisso. O sexo é manancial fluídico de energias salutares, sexo é perfeitamente natural, é divino.
A harmonia que o companheirismo proporciona aos irmanados no amor é fundamental à vivência em paz. As potências sexuais do ser humano e todas as suas demais, são instrumentos e devem servir assim como os mais poderosos auxiliadores de progresso-evolução e educação. Foram dadas aos seres para a vida em comunidade. Potências essas, que podem ser direcionadas para artes, para o auxílio mútuo.
Desde que uma alma sente uma força atrativa por outra, independente de seus envoltórios de matéria densa – sendo essa força atrativa tendo como nascente as malhas psíquicas do ser, de forma perfeitamente natural e universal - de forma que, cabendo aqui ressaltar: “...cumpre não se esqueça que é o Espírito quem ama e não corpo...” Q.939 de o L.E – o Espírito é quem sente, apenas manifesta a sua acentualidade simpática ou antipática.
O sexo é departamento divino no clico das vivências, pois é como que a ponte do restabelecimento magnético-espiritual. O sexo é dirigido pelo núcleo genésico em regime de interdependência com o restante do sistema energético, sofrendo ajustes ou desajustes dependendo do estado do ser e com qual ser no momento da comunhão sexual.
Ambos os seres votam mutuamente em regime de comunhão energético-psíquico, para os quais no momento oportuno e em todo momento estando ligados primeiramente pelo amor, estão sim, em permuta intensa de cargas psíquicas.
Em matéria de sexo, a humanidade vem enfrentando grandes problemáticas, sentenciando a faculdade criadora e criativa de sustentação das almas afins, nas lutas regeneradoras no campo da evolução do ser pensante; rejeitam e castram a força sexual como condenada e claústrificada às trevas – trevas essas da ignorância, do egoísmo e vaidade em querer saber tudo -, quando em verdade, a vida ensina com tal amor que os próprios seres, sentem-se consolados.
Muitos homens se tem sido motivo de discórdia perante a fraternidade humana, querendo domar o ser humano, que é um ser espiritual consciente, aos arcabouços da desilusão e do medo da vida, querendo ao bel prazer e vaidade pessoal, aniquilar o usufruto das potências genésicas que jazem no ser humano. Para sustentação da vida e a prática do amor.
A energia sexual em matéria de permuta na comunhão afetivo-sexual, é alimento psíquico que circula desde o núcleo genésico até o restante do corpo espiritual, gera cargas magnéticas que são compartilhadas entre os cônjuges, ascendendo ao amor sublimado pelo auxílio mútuo que uma alma presta a outra. Quando assim for, o sexo é amor, e sempre sagrado, seja qual for a manifestação, deve haver responsabilidade.
Sexo é vida e vida é amor. Então quando te votares a outro ser em regime de simpatia e afeição sincera, cuida para que ele seja o irmanado em ti mesmo, sabendo que os dois formam uma sociedade de sustentação pelo amor, que tem como geratriz o amor universal.
A faculdade genésica com amor e responsabilidade, independente das manifestações íntimas de cada criatura humana no campo evolutivo, é o mais sincero companheiro perante a Vida e ao Cosmo. E mais do que isso, é presente um eternamente do Todo Sábio-Amor!
Espírito de Anne Sofia
Por Irmãos H. e Lumiére
Muitos pensadores no terreno das reflexões humanas falam sobre sexo e vivência, em forma de “tabus” e como de fosse “falta de pudor” e motivo de vergonha. O sexo e suas manifestações sob à égide do amor são sacrossantas e devem ser respeitadas e tratadas com a devida responsabilidade e compromisso. O sexo é manancial fluídico de energias salutares, sexo é perfeitamente natural, é divino.
A harmonia que o companheirismo proporciona aos irmanados no amor é fundamental à vivência em paz. As potências sexuais do ser humano e todas as suas demais, são instrumentos e devem servir assim como os mais poderosos auxiliadores de progresso-evolução e educação. Foram dadas aos seres para a vida em comunidade. Potências essas, que podem ser direcionadas para artes, para o auxílio mútuo.
Desde que uma alma sente uma força atrativa por outra, independente de seus envoltórios de matéria densa – sendo essa força atrativa tendo como nascente as malhas psíquicas do ser, de forma perfeitamente natural e universal - de forma que, cabendo aqui ressaltar: “...cumpre não se esqueça que é o Espírito quem ama e não corpo...” Q.939 de o L.E – o Espírito é quem sente, apenas manifesta a sua acentualidade simpática ou antipática.
O sexo é departamento divino no clico das vivências, pois é como que a ponte do restabelecimento magnético-espiritual. O sexo é dirigido pelo núcleo genésico em regime de interdependência com o restante do sistema energético, sofrendo ajustes ou desajustes dependendo do estado do ser e com qual ser no momento da comunhão sexual.
Ambos os seres votam mutuamente em regime de comunhão energético-psíquico, para os quais no momento oportuno e em todo momento estando ligados primeiramente pelo amor, estão sim, em permuta intensa de cargas psíquicas.
Em matéria de sexo, a humanidade vem enfrentando grandes problemáticas, sentenciando a faculdade criadora e criativa de sustentação das almas afins, nas lutas regeneradoras no campo da evolução do ser pensante; rejeitam e castram a força sexual como condenada e claústrificada às trevas – trevas essas da ignorância, do egoísmo e vaidade em querer saber tudo -, quando em verdade, a vida ensina com tal amor que os próprios seres, sentem-se consolados.
Muitos homens se tem sido motivo de discórdia perante a fraternidade humana, querendo domar o ser humano, que é um ser espiritual consciente, aos arcabouços da desilusão e do medo da vida, querendo ao bel prazer e vaidade pessoal, aniquilar o usufruto das potências genésicas que jazem no ser humano. Para sustentação da vida e a prática do amor.
A energia sexual em matéria de permuta na comunhão afetivo-sexual, é alimento psíquico que circula desde o núcleo genésico até o restante do corpo espiritual, gera cargas magnéticas que são compartilhadas entre os cônjuges, ascendendo ao amor sublimado pelo auxílio mútuo que uma alma presta a outra. Quando assim for, o sexo é amor, e sempre sagrado, seja qual for a manifestação, deve haver responsabilidade.
Sexo é vida e vida é amor. Então quando te votares a outro ser em regime de simpatia e afeição sincera, cuida para que ele seja o irmanado em ti mesmo, sabendo que os dois formam uma sociedade de sustentação pelo amor, que tem como geratriz o amor universal.
A faculdade genésica com amor e responsabilidade, independente das manifestações íntimas de cada criatura humana no campo evolutivo, é o mais sincero companheiro perante a Vida e ao Cosmo. E mais do que isso, é presente um eternamente do Todo Sábio-Amor!
Espírito de Anne Sofia
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