sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O Significado das doenças

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana . Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais . Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las: 
DOENÇAS/CAUSAS: 
-AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada. 
-ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
-APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
-ARTERIOSCLEROSE: Resistência, 
-ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. 
-ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. 
-BRONQUITE: Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões.
 -CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo. 
-COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria. 
-DERRAME: Resistência. Rejeição à vida. 
-DIABETES: Tristeza profunda. 
-DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga. 
-DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização. 
-DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente 
-ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista. 
-FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro (a). 
-FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer. 
-GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação. 
-HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado. 
-HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças. 
-INSÔNIA: Medo, culpa. 
-LABIRINTITE: Medo de não estar no controle. 
-MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. 
-NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido. 
-OSTEOPOROSE: medo da agressão, da pobreza de espírito e material 
-PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo. 
-PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida. 
-PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido. PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo. 
-PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado 
-PULMÕES: Medo de absorver a vida. 
-QUISTOS: Alimentar mágoa. 
-RESFRIADOS: Confusão mental,desordem, mágoas. 
-REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura. 
-RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição. 
-RINS : medo da crítica, do fracasso, desapontamento. 
-SINUSITE: Irritação com pessoa próxima. 
-TIRÓIDE: Humilhação. 
-TUMORES: Alimentar mágoas.Acumular remorsos. 
-ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante. 
-VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado. Curioso não? Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos... principalmente daqueles, que escondemos de nós. Cuide dos sentimentos, retarda o crescimento da Alma'. Remédios indicados: Auto Estima, Perdão, Amor. 

Blog Espiritismo Na Rede

A alma acorda quando o corpo dorme

Quando dormimos, nossa alma acorda. Não somos o nosso corpo, em essência, somos a consciência que habita nosso corpo. Quando adormecemos o corpo, diminuímos o metabolismo físico, relaxamos a mente e com isso permitimos que nossa consciência - que está sediada na alma - se desligue temporariamente e viage pelos mais diferentes locais nas dimensões extrafísicas. DIFERENTES ASSÉDIOS Podemos viajar na presença de nossos amigos espirituais e seres de Luz, se estivermos sintonizados em vibrações positivas. Nessa condição, normalmente quando acordamos nos sentimos bem, realizados e felizes com a vida. Podemos também ser assediados por espíritos sombrios, por bagunceiros do plano espiritual, por desafetos de outras vidas e até por outros seres encarnados também em projeção astral. Isso tudo depende da condição na qual vamos dormir. E, no caso desses tipos de assédios – infelizmente muito comum – costumamos acordar com diversas sensações ruins, como dores de cabeça, mal estar, desânimo pela vida, entre outros. Podemos ficar presos aos nossos corpos por conta da aceleração do metabolismo provocada por erros na alimentação e dessa forma, nem sairmos em projeção. Isso também acontece quando estamos hiperativos mentalmente. Nestes casos, o que ocorre é que o corpo físico relaxa parcialmente e com isso a nossa consciência não se liberta por completo. Normalmente nessas situações, após o período do sono, a pessoa relata que não conseguiu descansar direito e mesmo depois de ter dormido por várias horas, não encontra uma sensação de plenitude física e mental. 
Bruno J. Gimenes (Site:Luz da serra

O Sono e os sonhos

Categorizados por Allan Kardec como fenômenos de emancipação da alma, o sono e os sonhos são indicativos de que o Espírito encarnado nunca está inativo, ainda que mantido ligado ao corpo físico pelo perispírito:

Durante o sono, apenas o corpo repousa, pois o Espírito não dorme; aproveita-se do repouso do corpo e dos momentos em que a sua presença não é necessária para atuar isoladamente e ir aonde quiser, no gozo então da sua liberdade e da plenitude das suas faculdades. Durante a encarnação, o Espírito jamais se acha separado completamente do corpo; qualquer que seja a distância a que se transporte, conserva-se preso sempre ao corpo físico por um laço fluídico , que serve para lembrá-lo de retornar a este, desde que a sua presença ali se torne necessária. Somente a morte rompe esse laço.

O resultado imediato do sono é o sonho, conceituado pelos orientadores da Codificação Espírita como “ a lembrança do que o vosso Espírito viu durante o sono. Notais, porém, que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais do que vistes ou de tudo o que vistes.

Todas as pessoas sonham, uma vez que o Espírito continua em plena atividade enquanto o corpo físico dorme. Apenas não se recordam dos acontecimentos ocorridos na outra dimensão da vida: “ como o corpo é matéria pesada e grosseira, dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, já que tais impressões não chegaram ao Espírito por meio dos órgãos do corpo.”

A relativa liberdade adquirida pelo Espírito encarnado durante o sono apresenta, contudo, algumas características que merecem ser assinaladas.

- Ampliação das faculdades psíquicas: “  Sabei que, quando o corpo repousa, o Espírito tem mas faculdades do que no estado de vigília. Lembra-se do passado e algumas vezes prevê o futuro. Adquire mais poder.

Os sonhos são efeito da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de relação. Daí uma espécie de clarividência indefinida, que se estende aos lugares mais distantes ou que jamais viu .

- O sono é treino para a desencarnação: “O sono liberta a alma parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha momentaneamente no estado em que ficará de forma definitiva depois da morte.

- O sono viabiliza o encontro com entes queridos e com os bons Espíritos

Por efeito do sono, os Espíritos estão sempre em relação com o mundos dos Espíritos . O sono é a porta que Deus lhes abriu para entrarem em contato com seus amigos do Céu; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.

- O sono possibilita oportunidades de progresso espiritual: quando dormem, vão para junto dos seres que lhes são superiores; viajam, conversam, conversam e se instruem com eles. Trabalham mesmo em obras que encontram prontas ao morrerem.

- Pelo sono os Espíritos imperfeitos buscam os seus afins, a eles se integrando

Os Espíritos vão, enquanto dormem, ou a mundos inferiores à Terra, onde os chamam velhas afeições, ou em busca de prazeres talvez ainda mais baixos do que os que têm aqui; vão beber doutrinas ainda mais vir, mais ignóbeis, mais nocivas do que as que professam entre vós. E o que gera a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de sentir-se o homem, ao despertar, ligado pelo coração àqueles com quem acaba de passar oito ou nove horas de felicidade ou de prazer. O que também explica essas antipatias invencíveis é o fato de sentirmos intimamente que essas pessoas têm uma consciência diversa da nossa, porque as conhecemos sem nunca as termos visto com os olhos. É também o que explica a indiferença de muitos homens, que não procuram conquistar novos amigos, por saberem que há outros que os amam e os querem. Numa palavra: o sono influi mais do que pensais na vossa vida.9

À medida que a pessoa desenvolve a capacidade de lembrar-se dos sonhos — há orientações médicas e psicológicas a respeito —, os sonhos se tornam mais nítidos. Surgem, então, com frequência cada vez maior, os chamados sonhos espíritas, assim denominados pela lucidez e coerência das lembranças. Esta situação é de grande valia para o encarnado, auxiliando-o em seu progresso espiritual.

Os avisos por meio dos sonhos desempenham grande papel nos livros sagrados de todas as religiões. É com frequência a ocasião que os Espíritos protetores aproveitam para se manifestar a seus protegidos e lhes dar conselhos mais diretos. São numerosos os exemplos autênticos de avisos por sonhos; porém, não se deve concluir daí que todos os sonhos são avisos, nem, ainda menos, que tudo o que vê em sonho tem uma significação qualquer. Deve-se incluir a arte de interpretar os sonhos no rol das crenças supersticiosas e absurdas.

Referência Bibliográfica

KARDEC, Allan. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cão. IV, it. 24, pág. 74/75.
_____. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 4ª ed. 1ª imp. Questão 401, pág. 209. Brasília: FEB Editora, 2013/ Questão 403, pág. 210/ Questão 402, pág. 207/ Pág. 209/ Pág. 208/ Pág. 209.
____. Obras Póstumas. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Pt. 1, cap. IV, it. 24, pág. 75/Pág. 75/76.
____. A Gênese. Os Milagres e as predições. Trad. de Evandro Noleto Bezerra. Cap. XV, it. 3, pág.265 Por Marta Antunes Moura.

Por graça Rabelo

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Drogas,Eutanásia e Violência

Drogas
Vamos agora refletir um pouco sobre os grandes prejuízos que as drogas (de qualquer espécie) trazem ao espírito e ao perispírito. Como já dissemos, tudo que fazemos, absorvemos ou emanamos energia, positiva ou negativa, dependendo do quê estivermos fazendo/pensando. Ao consumirmos uma droga, uma tragada no cigarro, um gole na bebida alcoólica, uma injetada, aspirada, seja lá como consumirmos, liberamos uma grande quantidade de energia, como se fosse uma fumaça, que fica à nossa volta. Imagine que esta fumaça fosse um perfume que lhe agrada. Você se sente bem ao lado de quem está usando, então, procura ali permanecer. Assim funciona no mundo invisível: ficamos envoltos por energias negativas, espíritos imperfeitos, a fim de aproveitarem aquele "barato" também, se aproximam de nós e absorvem esta energia. Quando o efeito passa, eles, querendo mais, influenciam nossas idéias, a fim de que consumamos mais e mais. "Mas e o meu livre arbítrio???", pergunta aquele manézinho. Pois é, temos nosso livre arbítrio para escolher entre consumir ou não. Porém, estas influências espirituais atingem nosso subconsciente, e por muitíssimas vezes, o que pensamos que é nossa idéia ou vontade é a idéia ou vontade de um espírito que está ao nosso lado, nos influenciando positiva, ou negativamente.

Quando nosso organismo está em desequilíbrio fisiológico, nosso perispírito tenta "sugar" aquele "mal" acumulado naquela parte do corpo, bombardeando aquela região com energia positiva. Porém, quando isto acontece por muito tempo, o perispírito se desgasta tanto, que se machuca também, aí passamos aquele problema para nosso corpo espiritual. Que problema? Aos fumantes, uma mancha negra na região do pulmão, aos alcoólatras, geralmente uma mancha negra na região do fígado, aos usuários de drogas psicotrópicas, geralmente uma mancha negra na região da cabeça, lembrando, no perispírito. Daí provém as dores que os espíritos de viciados dizem sentir no Plano Espiritual, e a maioria das doenças que nos afetam desde nosso nascimento ao reencarnarmos, pois quando o perispírito está em desequilíbrio energético, a matéria tenta absorver este problema, resultando em males no corpo físico.

E quando nos drogamos, além do "barato" que sentimos, ganhamos de brinde vários "amigos" espirituais, geralmente de ex-viciados, que como não possuem mais um corpo físico, consomem as drogas através de nós. Aí rola a famosa obsessão, quando os espíritos inferiores nos influenciam ao uso das drogas.

Por isso, a melhor saída é a famosa frase "orai e vigiai", pois quando acompanhados de bons espíritos, estamos sujeitos a boas influências.


EUTANÁSIA

Este é o sumário de uma comunicação feita pelo Espírito de S. Luís na cidade de Paris, no ano de 1860, durante a elaboração dos livros da codificação Espírita por Allan Kardec. Perguntaram a S. Luís: Um homem está agonizando, vitima de cruéis sofrimentos de saúde. O seu estado não permite nenhuma esperança. É permitido poupar-lhe alguns dias de agonia, apressando o seu fim, ou seja, podemos praticar a eutanásia?

Resposta de São Luís (sumarizada): Quem dá direito a vocês de prejulgarem os planos de Deus? Disse mais São Luís: Deus pode levar um homem até a beira de um abismo e depois retira-lo de lá! Ele assim pode fazer para que o homem volte-se para o seu interior e mude seus pensamentos em direção à pensamentos mais sublimes!

Mesmo que vocês pensem que o momento final do moribundo tenha chegado, ninguém poderá dizer com certeza que sua hora terá chegado. Quantas vezes a ciência médica terrena não já se enganou em previsões de dias de vida para um moribundo?

Disse também São Luís: Existem muitos casos, que com razão vocês podem considerar desesperadores. Mas, se não existe nenhuma esperança de retorno definitivo a vida e a saúde, vocês já não viram incontáveis exemplos de que, no momento de dar o ultimo suspiro, o doente se reanima, recobra sua lucidez por alguns instantes? (nós conhecemos como a melhora da morte).
Pois bem, disse mais São Luís: Essa graça que lhe é concedida pode ser, e é em muitas das vezes, da maior importância, pois vocês ignoram os pensamentos que o espírito de um doente agonizante pode ter nos momentos finais da sua agonia e ignoram os muitos tormentos de sofrimentos futuros, que podem ser poupados em um minuto a mais de vida, quando o doente tem os seus momentos de arrependimento. Aqueles instantes podem ser o momento da redenção do espírito e da sua conseqüente salvação!
As pessoas materialistas só vêem o corpo e não dão conta, de que suas almas, não podem compreender estes momentos e suas conseqüências. Mas o Espírita, que sabe o que acontece após a morte, conhece (ou pelo menos deveria conhecer) o valor do último pensamento.
São Luís nos esclarece também: Devemos suavizar tanto quanto pudermos os últimos sofrimentos, mas jamais pensar em encurtar a vida, que seja por apenas um minuto, pois este minuto pode poupar muitas lágrimas no futuro de todos nós.

VIOLÊNCIA

Esperemos que o amor se propague no mundo com mais força que a violência e a violência desaparecerá, à maneira da treva quando a luz se lhe sobrepõe.
Consideremos, porém, que essa obra, naturalmente, não prescindirá da autoridade humana, mas na essência e na prática exige a cooperação de nós todos.
Chico Xavier.
Fonte:Cepal André Luis

Aborto

- Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período de gestação?
Resposta - Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando. - Item n° 358, de "O Livro dos espíritos".
Há, sem dúvida, agravantes e atenuantes, no exame do suicídio. Eliminam, no mundo espiritual com muito sofrimento o ônus da atitude desequilibrante e quando retornarem à Terra em novas reencarnações terão que passar, por expiações aflitivas

Cepal André Luiz

Suicídio

1 - Existe o carma do suicídio?
O problema do suicídio não é de carma. Decorre da falta de calma quando não aceitamos as provações humanas.

2 - E se a pessoa tem uma depressão tão forte que não consegue viver, enxergando no suicídio sua única saída?
Seria uma boa saída se a vida terminasse no túmulo. Como não termina, o suicídio apenas abre a porta para um mergulho com sofrimentos maiores.

3 - Aqueles que enfrentam graves depressões parecem não se importar muito com essa perspectiva. Consideram que não pode existir situação pior do que a que estão enfrentando.

Enganam-se. Não há na Terra sofrimento que se compare ao do suicida. O Espírito Camilo Castelo Branco deixa isso bem claro no livro “Memórias de um Suicida”, psicografia de Yvonne A. Pereira, onde descreve suas experiências no Vale dos Suicidas.


4 - É possível alguém ser induzido ao suicídio por um Espírito obsessor?
Sim. Mas é preciso lembrar que os obsessores apenas exploram nossas tendências. Dificilmente conseguirão induzir ao suicídio um coração confiante em Deus, habituado a cultivar otimismo e bom ânimo.

5 - Não há casos de subjugação em que o obsessor sobrepõe-se às reações do obsidiado, precipitando-o no auto-aniquilamento?
Aparentemente, sim. Tenho observado casos de suicídio que mais parecem assassinatos cometidos por Espíritos.

6 - Nesse caso o suicida estaria isento de responsabilidade?

É difícil ajuizar até que ponto ele estava impedido de reagir. De qualquer forma a responsabilidade é compatível com seu grau de maturidade e informação. Há circunstâncias atenuantes, como numa obsessão; ou agravantes, como o fato de estarmos perfeitamente conscientes do que fazemos e das conseqüências.

7 -Como confortar as pessoas que passam pela desdita de um suicídio na família?
É preciso ter sempre presente que o suicida não perde a condição de filho de Deus, nem é confinado em tormentos irremissíveis. Deus não desampara nenhum de seus filhos. O suicida aprende da forma mais dolorosa, mas segundo sua própria escolha, que a Vida deve ser respeitada.

8 -O que podemos fazer pelos suicidas?
Em princípio, cessar o questionamento, deixando de cultivar reminiscências (lembranças) que repercutem dolorosamente neles. E, sobretudo, orar em seu beneficio. Dizem os suicidas que este é o seu refrigério.

(Fonte: Internet - Rede Amigo Espírita - Richard Simonetti).

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A Pulga

Entusiasmada com a revelação que lhe fora feita por um médium, a senhora comentou: 
– Chico, recebi uma notícia maravilhosa!
 – O que foi, minha irmã? – Minha identidade nos tempos apostólicos!
 – Beleza!
 – Fui mártir. Estive no Circo Romano. Morri devorada por um leão! Ante a admiração do médium, perguntou:
 – E você, Chico, já sabe quem foi? – Ah! minha irmã, sei sim… – E daí? Estou curiosa… 
– Fui a pulga do leão.  O episódio, que nos fala da humildade e do bom-humor de Chico, remete-nos a uma curiosa tendência, relativa às famosas revelações. Geralmente, o iluminado foi rei, rainha, estadista, cientista, artista famoso… Sempre alguém importante, que se destacou em determinado setor de atividade. Não se ouve falar de lixeiro, operário, camponês, homem do povo… Detalhe relevante, nesse assunto, amigo leitor: Considerando que os que se destacam na política, nas artes, na religião, constituem minoria, certamente há algo de equivocado nessas revelações que privilegiam todos os consulentes. A experiência demonstra que são produzidas por médiuns ou Espíritos espertos, interessados em incensar a vaidade das pessoas, a fim de conquistar sua confiança e admiração. Raros não sentem inflar o ego ante a informação de que foram figuras destacadas, em pretéritas existências. Daí sua disposição em oferecer créditos de cega confiabilidade em favor desses “reveladores”. Não é prudente, portanto, nem conveniente, estarmos devassando o passado, à procura de títulos e honrarias. Destaque-se que a simples estima por notícias dessa natureza é um atestado negativo. Os Espíritos esclarecidos, que realmente ofereceram contribuições marcantes, aqueles que deixaram a Terra melhor do que a encontraram, não se interessam por glórias do passado. Importa-lhes as realizações do presente, dando o melhor de si mesmos em favor do progresso e do bem-estar da Humanidade.

 Rindo e Refletindo com Chico Xavier de Richard Simonetti.