morte não apaga nossas faltas. A responsabilidade pelas faltas cometidas é inevitável e intransferível. Elas permanecem em nossas consciências até que as recuperemos.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
SIAMESES E REENCARNAÇÃO
Os chamados xifópagos, conhecidos a nível popular como gêmeos siameses, são aqueles que apresentam seus corpos unidos por um segmento físico. Comumente se observa o uso indevido do termo xipófago, ao invés da designação correta xifópago.
A nomenclatura provém de xifóide, que é o apêndice terminal do osso esterno (com s), situado na frente do tórax, onde se unem as costelas, isto porque muitos dos xifópagos estudados eram unidos por esta parte do corpo. As ligações (físicas) podem se efetuar por diversos órgãos ou segmentos corporais, inclusive inviabilizando a gestação ou a sobrevivência de ambos os recém-natos.
Nas situações onde duas entidades espirituais se ligam à esfera espiritual materna e, posteriormente, ao fluido vital do óvulo ocorrendo a fecundação, o óvulo fecundado (zigoto), sob a influência de duas energias espirituais diferentes, tende a se bipartir. No início da embriogênese, quando o ovo inicia sua multiplicação, há, pela presença de dois espíritos, a separação em duas células, que desenvolverão dois organismos filhos.
No processo normal, quando há duas entidades espirituais ligadas ao ovo (óvulo fecundado), a dita separação determina o surgimento de gêmeos univitelineos (idênticos). No entanto, no caso dos xifópagos, permanecem unidos durante a gestação, originando a ligação física entre os dois corpos.
Ligação esta que pode se efetuar, inclusive, por órgãos vitais, impossibilitando a intervenção cirúrgica, especialmente em determinadas áreas do planeta onde os recursos são ainda rudimentares na área médica.
Do ponto de vista da ciência espírita, temos a informação de que as pessoas se vinculam energeticamente às outras pela sua postura mental. Há casos, onde esta fixação atinge níveis patológicos de ligação e intercâmbio energético-vibratório.
Espíritos que se odeiam mutuamente, por exemplo, mantém um fluxo de energia entre si prendendo-se reciprocamente.
Em muitas circunstâncias, não há possibilidade, a curto ou mesmo a médio prazo, de se dissolver estas ligações para a recuperação psíquica dos envolvidos. À medida que os anos passam, a imantação se acentua, atingindo níveis graves de comprometimento do corpo astral (perispírito) de ambos.
A anestesia temporária, pela terapia da reencarnação, poderá servir de impulso renovador na reconstituição da normalidade.
Considerando sempre que OS PAIS SÃO CO-PARTÍCIPES do processo, os vínculos comuns do pretérito é que os levam a vivenciar esta situação. Não são, portanto, vítimas inocentes de uma lei natural injusta e arbitrária. O reencontro comum pelas afinidades que os atraem, por sintonia energética, nada mais é que o merecimento ou lei natural de causa e efeito a qual se opera automaticamente.
Inimigos que estabelecem vínculos expressivos e desequilibrantes, retornam juntos e unidos. Não conseguem se separar, jungidos pelo laço extra físico que se expressará pela equivalente ligação biológica.
Em outros casos, por exemplo, obsessões de naturezas diversas onde a dupla se realimenta por vias anormais, e mútuas, só a drenagem para a periferia física dessa ligação extrafísica, poderá facilitar o rompimento energético estabelecido. Renascem então, ligados.
A visão espiritual do processo, além de poder contribuir cientificamente em um futuro próximo, para a compreensão da gênese do problema, serve, desde já, também, para alertar com relação às consequências das fixações monoideísticas desequilibradas.
A terapia da prece, no sentido da doação energética, é o recurso ideal e indispensável para suavizar as dores, bem como para apontar soluções. Soluções que em futuro próximo para eles (xifópagos) se descortinará: A reconciliação, levando a união pelo vínculo normal e saudável do amor...
Por: Dr. Ricardo di Bernardi
Médico homeopata geral e pediatra. Presidente da Assoc. Médico-Espírita de Santa Catarina. Articulista espírita, palestrante e autor de diversos livros.
(Maiores detalhes no livro 'Gestação, Sublime Intercâmbio')
Anjos guardiões
Luz de uma Nova Era
11 – Todos nós temos
um Bom Espírito, ligado a nós desde o
nascimento, que nos tomou sob a sua
proteção. Cumpre junto a nós a missão
de um pai junto ao filho: a de nos
conduzir no caminho do bem e do
progresso, através das provas da vida. Ele
se sente feliz quando correspondemos à
sua solicitude, e sofre quando nos vês
sucumbir. Seu nome pouco importa, pois
que ele pode não ter nenhum nome
conhecido na Terra. Invocamo-lo, então,
como o nosso Anjo Guardião, o nosso
Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo
com o nome de um Espírito Superior,
pelo qual sintamos uma simpatia
especial.
Além do nosso Anjo guardião, que
é sempre um Espírito Superior, temos os
Espíritos Protetores, que, por serem
menos elevados, não são menos bons e
generosos. São Espíritos de parentes ou
amigos, e algumas vezes de pessoas que
nem sequer conhecemos na atual
existência. Eles nos ajudam com os seus
conselhos, e freqüentemente com a sua
intervenção nos acontecimentos de
nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os
que se ligam a nós por alguma
semelhança de gostos e tendências.
Podem ser bons ou maus, segundo a
natureza das inclinações que os atraem
para nós. Os Espíritos sedutores
esforçam-se para nos desviar do
caminho do bem, sugerindo-nos maus
pensamentos. Aproveitam-se de todas as
nossas fraquezas, como de outras tantas
portas abertas, que lhes dão acesso à
nossa alma. Há os que se agarram a nós
como a uma presa, mas afastam-se
quando reconhecem a sua impotência
para lutar contra a nossa vontade.
Deus nos deu um guia principal e
superior em nosso Anjo Guardião, e
como guias secundários os nossos
Espíritos Protetores e Familiares. É um
erro, entretanto, supor que tenhamos
forçosamente um mau gênio junto a nós,
para contrabalançar as boas influências
daqueles. Os maus Espíritos nos
procuram voluntariamente, desde que
achem possível dominar-nos, em razão
da nossa fraqueza ou da nossa
negligência em seguir as aspirações dos
Bons Espíritos,e somos nós, portanto,
que os atraímos. Disso resulta que não
somos nunca privados da assistência dos
Bons Espíritos, e que depende de nós o
afastamento dos maus. Pelas suas
imperfeições, sendo ele mesmo a causa
dos sofrimentos que o atingem, o
homem é quase sempre o seu próprio
mau gênio. (Cap. V, nº 4). A prece aos
Anjos Guardiães e aos Espíritos
Protetores deve ter por fim solicitar a sua
intervenção junto a Deus, pedir-lhes a
força de que necessitamos para resistir
às más sugestões, e a sua assistência
para enfrentarmos as necessidades da
vida.
12 – Prece – Espíritos sábios e
benevolentes, mensageiros de Deus, cuja
missão é assistir aos homens e conduzi-
los pelo bom caminho, amparai-me nas
provas desta vida; dai-me a força de
sofrê-las sem lamentações; desviai de
mim os maus pensamentos, e fazei que
eu não dê acesso a nenhum dos maus
Espíritos que tentariam induzir-me ao
mal. Esclarecei a minha consciência sobre
os meus próprios defeitos, e tirai-me dos
olhos o véu do orgulho, que poderia
impedir-me de percebê-los e de
confessá-los a mim mesmo. Vós,
sobretudo, meu Anjo Guardião, que velais
mais particularmente por mim, e vós
todos, Espíritos Protetores, que vos
interessais por mim, fazei que eu me
torne digno da vossa benevolência. Vós
conheceis as minhas necessidades; que
elas sejam satisfeitas segundo a vontade
de Deus.
13 – Prece – Meu Deus, permiti
que os Bons Espíritos que me assistem
possam ajudar-me, quando me achar em
dificuldades, e amparar-me nas minhas
vacilações. Senhor, que eles me inspirem
a fé, a esperança e a caridade, que sejam
para mim um apoio, uma esperança e
uma prova da Vossa misericórdia. Fazei,
enfim, que eu neles encontre a força que
me faltar nas provas da vida, e para
resistir às sugestões do mal, a fé que
salva e o amor que consola.
11 – Todos nós temos
um Bom Espírito, ligado a nós desde o
nascimento, que nos tomou sob a sua
proteção. Cumpre junto a nós a missão
de um pai junto ao filho: a de nos
conduzir no caminho do bem e do
progresso, através das provas da vida. Ele
se sente feliz quando correspondemos à
sua solicitude, e sofre quando nos vês
sucumbir. Seu nome pouco importa, pois
que ele pode não ter nenhum nome
conhecido na Terra. Invocamo-lo, então,
como o nosso Anjo Guardião, o nosso
Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo
com o nome de um Espírito Superior,
pelo qual sintamos uma simpatia
especial.
Além do nosso Anjo guardião, que
é sempre um Espírito Superior, temos os
Espíritos Protetores, que, por serem
menos elevados, não são menos bons e
generosos. São Espíritos de parentes ou
amigos, e algumas vezes de pessoas que
nem sequer conhecemos na atual
existência. Eles nos ajudam com os seus
conselhos, e freqüentemente com a sua
intervenção nos acontecimentos de
nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os
que se ligam a nós por alguma
semelhança de gostos e tendências.
Podem ser bons ou maus, segundo a
natureza das inclinações que os atraem
para nós. Os Espíritos sedutores
esforçam-se para nos desviar do
caminho do bem, sugerindo-nos maus
pensamentos. Aproveitam-se de todas as
nossas fraquezas, como de outras tantas
portas abertas, que lhes dão acesso à
nossa alma. Há os que se agarram a nós
como a uma presa, mas afastam-se
quando reconhecem a sua impotência
para lutar contra a nossa vontade.
Deus nos deu um guia principal e
superior em nosso Anjo Guardião, e
como guias secundários os nossos
Espíritos Protetores e Familiares. É um
erro, entretanto, supor que tenhamos
forçosamente um mau gênio junto a nós,
para contrabalançar as boas influências
daqueles. Os maus Espíritos nos
procuram voluntariamente, desde que
achem possível dominar-nos, em razão
da nossa fraqueza ou da nossa
negligência em seguir as aspirações dos
Bons Espíritos,e somos nós, portanto,
que os atraímos. Disso resulta que não
somos nunca privados da assistência dos
Bons Espíritos, e que depende de nós o
afastamento dos maus. Pelas suas
imperfeições, sendo ele mesmo a causa
dos sofrimentos que o atingem, o
homem é quase sempre o seu próprio
mau gênio. (Cap. V, nº 4). A prece aos
Anjos Guardiães e aos Espíritos
Protetores deve ter por fim solicitar a sua
intervenção junto a Deus, pedir-lhes a
força de que necessitamos para resistir
às más sugestões, e a sua assistência
para enfrentarmos as necessidades da
vida.
12 – Prece – Espíritos sábios e
benevolentes, mensageiros de Deus, cuja
missão é assistir aos homens e conduzi-
los pelo bom caminho, amparai-me nas
provas desta vida; dai-me a força de
sofrê-las sem lamentações; desviai de
mim os maus pensamentos, e fazei que
eu não dê acesso a nenhum dos maus
Espíritos que tentariam induzir-me ao
mal. Esclarecei a minha consciência sobre
os meus próprios defeitos, e tirai-me dos
olhos o véu do orgulho, que poderia
impedir-me de percebê-los e de
confessá-los a mim mesmo. Vós,
sobretudo, meu Anjo Guardião, que velais
mais particularmente por mim, e vós
todos, Espíritos Protetores, que vos
interessais por mim, fazei que eu me
torne digno da vossa benevolência. Vós
conheceis as minhas necessidades; que
elas sejam satisfeitas segundo a vontade
de Deus.
13 – Prece – Meu Deus, permiti
que os Bons Espíritos que me assistem
possam ajudar-me, quando me achar em
dificuldades, e amparar-me nas minhas
vacilações. Senhor, que eles me inspirem
a fé, a esperança e a caridade, que sejam
para mim um apoio, uma esperança e
uma prova da Vossa misericórdia. Fazei,
enfim, que eu neles encontre a força que
me faltar nas provas da vida, e para
resistir às sugestões do mal, a fé que
salva e o amor que consola.
domingo, 30 de setembro de 2012
As Colônias Espirituais
Luz de uma Nova Era
Os livros de André Luiz dão-nos informações
detalhadas a respeito da vida nas três
primeiras esferas espirituais. Segundo ele,
estas faixas vibratórias são formadas de
inúmeras cidadelas espirituais, umas maiores,
outras menores, onde se reúnem Espíritos em
condições evolutivas semelhantes.
As condições de sociabilidade das esferas
mais purificadas nos são totalmente
desconhecidas, no entanto, a vida nas regiões
mais próximas da crosta desenvolvem-se de
maneira semelhante:
a) Habitação:
Os livros de André Luiz dão-nos informações
detalhadas a respeito da vida nas três
primeiras esferas espirituais. Segundo ele,
estas faixas vibratórias são formadas de
inúmeras cidadelas espirituais, umas maiores,
outras menores, onde se reúnem Espíritos em
condições evolutivas semelhantes.
As condições de sociabilidade das esferas
mais purificadas nos são totalmente
desconhecidas, no entanto, a vida nas regiões
mais próximas da crosta desenvolvem-se de
maneira semelhante:
a) Habitação:
há semelhança com a que existe
na Terra. No plano extra-físico vamos
identificar casas, hospitais, escolas, templos,
etc. Ernesto Bozzano em "A Crise da Morte"
afirma que a paisagem astral se compõe de
duas séries de objetivações do pensamento. A
primeira é permanente e imutável, por ser
objetivação do pensamento e da vontade de
entidades espirituais muito elevadas,
prepostas os governo das esferas espirituais.
A outra é, ao contrário, transitória e muito
mutável; seria a objetivação do pensamento
de cada entidade desencarnada, criadora do
seu próprio meio imediato.
Examinando o pensamento deste autor,
podemos aceitar que as construções das
colônias espirituais enquadram-se na
primeira série, enquanto a paisagem das
regiões umbralinas pertencem a segunda;
b) Vestuário:
na Terra. No plano extra-físico vamos
identificar casas, hospitais, escolas, templos,
etc. Ernesto Bozzano em "A Crise da Morte"
afirma que a paisagem astral se compõe de
duas séries de objetivações do pensamento. A
primeira é permanente e imutável, por ser
objetivação do pensamento e da vontade de
entidades espirituais muito elevadas,
prepostas os governo das esferas espirituais.
A outra é, ao contrário, transitória e muito
mutável; seria a objetivação do pensamento
de cada entidade desencarnada, criadora do
seu próprio meio imediato.
Examinando o pensamento deste autor,
podemos aceitar que as construções das
colônias espirituais enquadram-se na
primeira série, enquanto a paisagem das
regiões umbralinas pertencem a segunda;
b) Vestuário:
a apresentação externa dos
Espíritos depende de sua força mental e de
seu desejo, pois eles são capazes de
modificarem a sua aparência por um
processo denominado ideoplastia.
Nem todos os Espíritos, no entanto, têm
condição evolutiva suficiente para plasmarem
suas vestes perispirituais, donde a
necessidade de roupas confeccionadas por
especialistas na área. André Luiz em "Nosso
Lar" mostra departamentos reservados a esta
tarefa;
c) Alimentação:
Espíritos depende de sua força mental e de
seu desejo, pois eles são capazes de
modificarem a sua aparência por um
processo denominado ideoplastia.
Nem todos os Espíritos, no entanto, têm
condição evolutiva suficiente para plasmarem
suas vestes perispirituais, donde a
necessidade de roupas confeccionadas por
especialistas na área. André Luiz em "Nosso
Lar" mostra departamentos reservados a esta
tarefa;
c) Alimentação:
nem todos os Espíritos são
capazes de retirar do Fluido Cósmico
Universal a energia reparadora para as suas
células, daí a necessidade dos Espíritos
materializados, alimentarem-se de recursos
energéticos mais consistentes. Por esse
motivo, observam-se no mundo espiritual
alimentos a base de sucos, sopas e frutas;
d) Sono e Repouso:
capazes de retirar do Fluido Cósmico
Universal a energia reparadora para as suas
células, daí a necessidade dos Espíritos
materializados, alimentarem-se de recursos
energéticos mais consistentes. Por esse
motivo, observam-se no mundo espiritual
alimentos a base de sucos, sopas e frutas;
d) Sono e Repouso:
quanto mais evoluído o
Espírito, menos necessita de repouso, para
reparar as suas energias. Espíritos inferiores
dormem à semelhança do homem encarnado;
e) Transporte:
Espírito, menos necessita de repouso, para
reparar as suas energias. Espíritos inferiores
dormem à semelhança do homem encarnado;
e) Transporte:
os Espíritos superiores se
locomovem através de um processo
denominado volitação, onde transforma a sua
energia latente em energia cinética,
deslocando-se no espaço em altas
velocidades. No entanto, Espíritos existem,
que ainda não desenvolveram esta faculdade,
daí a necessidade de veículos para transporte
nas faixas espirituais mais próximas da Terra;
f) Linguagem:
locomovem através de um processo
denominado volitação, onde transforma a sua
energia latente em energia cinética,
deslocando-se no espaço em altas
velocidades. No entanto, Espíritos existem,
que ainda não desenvolveram esta faculdade,
daí a necessidade de veículos para transporte
nas faixas espirituais mais próximas da Terra;
f) Linguagem:
a linguagem oficial entre os
Espíritos é a do pensamento. No entanto,
muitas almas ainda involuídas, não
conseguem se comunicar através do
pensamento, donde a necessidade de palavra
articulada. Assim sendo, vamos observar
colônias onde se fala o português, o inglês,
etc.;
g) Vida Social:
Espíritos é a do pensamento. No entanto,
muitas almas ainda involuídas, não
conseguem se comunicar através do
pensamento, donde a necessidade de palavra
articulada. Assim sendo, vamos observar
colônias onde se fala o português, o inglês,
etc.;
g) Vida Social:
a vida social nas colônias
espirituais é intensa e tem como objetivo a
preparação dos Espíritos para o seu retorno a
Terra em nova roupagem física.
Estudam, trabalham, repousam e se divertem.
Há relatos de casamento, festas e jogos,
segundo hábitos e costumes da colônia. O
Maria João de Deus em "Cartas de Uma Morta"
afirma:
"Os saxões, os latinos, os árabes, os orientais,
os africanos, formam aqui grandes falanges à
parte, e em locais diferentes uns dos outros.
Nos núcleos de suas atividades conservam os
costumes que os caracterizavam e é
profundamente interessante verificar como
essas colônias diferem umas das outras."
Manoel Philomeno de Miranda em "Loucura e
Obsessão" lembra-nos:
"Católicos, protestantes e outros religiosos
após a morte, não se tornam espíritas ou
conhecedores da realidade ultra-tumular; ao
revés, dão curso aos seus credos, reunindo-se
em grupos e igrejas afins."
Cabe-nos lembrar que nem todas as cidadelas
espirituais têm uma orientação sadia, voltada
para o bem e para o equilíbrio das criaturas.
André Luiz em "Libertação" diz:
"Incapacitados de prosseguir, além do
túmulo, a caminho do Céu que não souberam
conquistar, os filhos do desespero
organizam-se em vastas colônias de ódio e
miséria moral, disputando entre si a
dominação da Terra."
Mas lembra também o benfeitor que, a
Misericórdia Divina não os desampara pois,
são observados e assistidos por entidades
luminosas;
h) Animais e Plantas:
espirituais é intensa e tem como objetivo a
preparação dos Espíritos para o seu retorno a
Terra em nova roupagem física.
Estudam, trabalham, repousam e se divertem.
Há relatos de casamento, festas e jogos,
segundo hábitos e costumes da colônia. O
Maria João de Deus em "Cartas de Uma Morta"
afirma:
"Os saxões, os latinos, os árabes, os orientais,
os africanos, formam aqui grandes falanges à
parte, e em locais diferentes uns dos outros.
Nos núcleos de suas atividades conservam os
costumes que os caracterizavam e é
profundamente interessante verificar como
essas colônias diferem umas das outras."
Manoel Philomeno de Miranda em "Loucura e
Obsessão" lembra-nos:
"Católicos, protestantes e outros religiosos
após a morte, não se tornam espíritas ou
conhecedores da realidade ultra-tumular; ao
revés, dão curso aos seus credos, reunindo-se
em grupos e igrejas afins."
Cabe-nos lembrar que nem todas as cidadelas
espirituais têm uma orientação sadia, voltada
para o bem e para o equilíbrio das criaturas.
André Luiz em "Libertação" diz:
"Incapacitados de prosseguir, além do
túmulo, a caminho do Céu que não souberam
conquistar, os filhos do desespero
organizam-se em vastas colônias de ódio e
miséria moral, disputando entre si a
dominação da Terra."
Mas lembra também o benfeitor que, a
Misericórdia Divina não os desampara pois,
são observados e assistidos por entidades
luminosas;
h) Animais e Plantas:
o solo do mundo
espiritual, à semelhança do solo do planeta é
coberto por uma infinidade de plantas, flores
e hortaliças que são cultivadas, com muito
esmero, por mãos bondosas.
Os animais, como regra geral, reencarnam
quase imediatamente após a morte, no
entanto, em certas ocasiões, eles podem vir a
ser preparados por entidades especializadas
para serem utilizados em tarefas específicas.
Muitas vezes, no entanto, as descrições da
paisagem espiritual, quando falam de "formas
animalescas", estão se referindo a Espíritos
humanos em processo de deterioração de
seus corpos espirituais (licantropia ou
zoantropia), como também de "formas
ideoplásticas", fruto do pensamento e da
vontade de entidades viciosas do astral
inferior.
* * *
espiritual, à semelhança do solo do planeta é
coberto por uma infinidade de plantas, flores
e hortaliças que são cultivadas, com muito
esmero, por mãos bondosas.
Os animais, como regra geral, reencarnam
quase imediatamente após a morte, no
entanto, em certas ocasiões, eles podem vir a
ser preparados por entidades especializadas
para serem utilizados em tarefas específicas.
Muitas vezes, no entanto, as descrições da
paisagem espiritual, quando falam de "formas
animalescas", estão se referindo a Espíritos
humanos em processo de deterioração de
seus corpos espirituais (licantropia ou
zoantropia), como também de "formas
ideoplásticas", fruto do pensamento e da
vontade de entidades viciosas do astral
inferior.
* * *
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Retrato de Jesus
Em Roma, no arquivo do Duque de Cesadini, foi encontrada uma certa carta de PÚBLIO LÊNTULUS, Procônsul da Galiléia, dirigida ao Imperador Romano, Tibério César, em virtude de este ter interpelado ao Senado Romano acerca do Cristo, de quem tanto lhe falavam. Eis a carta que é um retrato fiel de Jesus:
"Sabendo que desejais conhecer quanto vou narrar: existindo nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é inculcado profeta da verdade, e os seus discípulos dizem que é filho de Deus, criador do Céu e da Terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado; em verdade ó César, cada dia se ouve coisas maravilhosas desse Jesus; ressuscita os mortos, cura os enfermos, em uma só palavra: é um homem de justa estatura e é muito belo no aspecto.
Há tanta majestade no rosto, que aqueles que o vêem são forçados a amá-lo ou teme-lo. Tem os cabelos da cor da amêndoa bem madura, são distendidos até as orelhas, e das orelhas até às espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio da sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso nos Nazarenos; o seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno, nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face de uma cor moderada; o nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante aos cabelos, não muito longa, mas separada pelo meio; seu olhar é muito especioso e grave; tem os olhos graciosos e claros; o que surpreende é que resplandecem no seu rosto como os raios do sol, porém ninguém pode olhar fixo o seu semblante, porque quando resplende, apavora, e quando ameniza faz chorar; faz-se amar e é alegre com gravidade. Diz -se que nunca ninguém o viu rir, mas, antes, chorar. Tem os braços e as mãos muito belos; na palestra contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele alguém se aproxima, verifica que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante a sua Mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto, por estas partes, uma donzela tão bela...
De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisas alguma na cabeça. Muitos se riem, vendo-o assim, porém em sua presença, falando com ele, tremem e admiram. Dizem que um tal homem nunca fora ouvido por estas partes. Em verdade, segundo me dizem os hebreus não se ouviram, jamais, tais conselhos, de grande doutrina, como ensina este Jesus; muitos judeus o têm como divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de tua Majestade.
Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas, ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele têm praticado, afirmam ter dele recebidos grandes benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo - aquilo que Tua Majestade ordenar será cumprido.
Vale, da Majestade Tua, fidelíssimo e obrigadíssimo.
L’indizione setima, luna seconda."
Públio Lêntulus
O que é Reforma Intima
"A reforma íntima é a reforma o nosso eu, nosso íntimo. É a mudança para melhor, é elevar-se na condição humana deixando de ser egocêntrico e se tornando altruísta. É trocar atitudes erradas por atitudes corretas, erros por acertos que um dia se tornarão virtudes."
20 EXERCÍCIOS PARA A REFORMA ÍNTIMA:
1 - Executar alegremente as próprias obrigações.
2 - Silenciar diante da ofensa.
3 - Esquecer o favor prestado.
4 - Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5 - Emudecer a nossa agressividade.
6 - Não condenar as opiniões que divergem da nossa
7 - Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8 - Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9 - Treinar a paciência constante.
10 - Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11 - Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12 - Desculpar sem desculpar-se.
13 - Não dizer mal de ninguém.
14 - Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15 - Alegrar-se com a alegria dos outros.
16 - Não aborrecer quem trabalha.
17 - Ajudar espontaneamente.
18 - Respeitar o serviço alheio.
19 - Reduzir os problemas particulares.
20 - Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.
pelo Espírito Scheilla – Do livro: Ideal Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos
1 - Executar alegremente as próprias obrigações.
2 - Silenciar diante da ofensa.
3 - Esquecer o favor prestado.
4 - Exonerar os amigos de qualquer gentileza para conosco.
5 - Emudecer a nossa agressividade.
6 - Não condenar as opiniões que divergem da nossa
7 - Abolir qualquer pergunta maliciosa ou desnecessária.
8 - Repetir informações e ensinamentos sem qualquer azedume.
9 - Treinar a paciência constante.
10 - Ouvir fraternalmente as mágoas dos companheiros sem biografar nossas dores.
11 - Buscar sem afetação o meio de ser mais útil.
12 - Desculpar sem desculpar-se.
13 - Não dizer mal de ninguém.
14 - Buscar a melhor parte das pessoas que nos comungam a experiência.
15 - Alegrar-se com a alegria dos outros.
16 - Não aborrecer quem trabalha.
17 - Ajudar espontaneamente.
18 - Respeitar o serviço alheio.
19 - Reduzir os problemas particulares.
20 - Servir de boa mente quando a enfermidade nos fira.
O aprendiz da experiência terrena que quiser e puder aplicar-se, pelo menos, a alguns dos vinte exercícios aqui propostos, certamente receberá do Divino Mestre, em plena escola da vida, as mais distintas notas no curso da Caridade.
pelo Espírito Scheilla – Do livro: Ideal Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier – Espíritos Diversos
domingo, 23 de setembro de 2012
Consulta aos espíritos
Francisco Cândido Xavier
Temos recebido, de várias procedências, acenadas por amigos nossos, solicitações endereçadas aos Benfeitores Espirituais a respeito da cremação. Isso tem sido objeto de muitas conversações nossas.
Na reunião de ontem, O Livro dos Espíritos nos deu para estudo a questão 164. Nos comentários veio à tona a mesma interrogação: o que dizem os amigos desencarnados sobre a cremação ao invés do sepultamento dos mortos? No final de nossas atividades nosso caro Emmanuel escreveu sobre o assunto a página "Cremação".
CREMAÇÃO
De quando em quando, amigos da Terra nos inquirem com respeito aos resultados possíveis da cremação que tenhamos porventura experimentado após o afastamento do corpo denso.
E efetivamente o assunto se reveste de significação e proveito, pelas repercussões do processo crematório no plano espiritual.
Por muito se examine, no mundo, a presença da morte física, conferindo-se-lhe foros de igualdade em quaisquer circunstâncias, o óbito não é idêntico no caminho de todos.
Qual ocorre no berço, quando o renascimento estabelece condições diferentes, do ponto de vista orgânico, para cada um de nós, a separação do veículo terrestre está revestida de características originais para cada indivíduo. Além da existência comum na Terra, nem todas as criaturas se observam imediatamente exoneradas da inquietação e do trauma, da ansiedade ou do apego exagerado a si próprias.
Temos companheiros que, na desencarnação pelo fogo se liberam de improviso de qualquer conexão com os recursos que usufruíram na experiência material. Entretanto, encontramos outros, em vasta maioria, que embora a lenta desencarnação progressiva que atravessaram, se reconhecem singularmente detidos nas impressões e laços da vida material, notadamente nas primeiras cinquenta horas que se seguem à derradeira parada cardíaca no carro fisiológico. Fácil observar, em vista disso, que o período de espera, no espaço razoável de setenta e duas horas, entre o enrijecimento do corpo físico e a cremação respectiva, é tempo valioso para a generalidade de todos aqueles que se encontram em trânsito de uma vida para outra.
Isso é compreensível porque se muitos irmãos dispensam semelhante cuidado, desde os primeiros instantes de silêncio no cérebro, outros, aos milhares, se observam vinculados aos tecidos inertes de que já se desvencilharam, no anseio, embora vão, de revivescê-los. À face do exposto, nós, os amigos desencarnados, nada poderíamos aventar fundamentalmente contra a cremação. No entanto, entendendo que os nossos amigos - os homens da Esfera Física - ainda não dispõem de instrumento para analisar os graus de extensão e de intensidade do relacionamento entre o espírito recém-desencarnado e os resíduos sólidos que lhes pertenceram no mundo, consideramos justo que se lhes rogue o citado período de repouso, a favor dos chamados mortos, em câmara fria que lhes conserve a dignidade da forma. Depois disso o sepultamento ou a cremação nada mais representam, para a alma, que a desagregação mais lenta ou mais rápida das estruturas entretecidas em agentes físicos, das quais se libertou.
Emmanuel
Livro – Caminhos de Volta
Por Sérgio Ribeiro
Temos recebido, de várias procedências, acenadas por amigos nossos, solicitações endereçadas aos Benfeitores Espirituais a respeito da cremação. Isso tem sido objeto de muitas conversações nossas.
Na reunião de ontem, O Livro dos Espíritos nos deu para estudo a questão 164. Nos comentários veio à tona a mesma interrogação: o que dizem os amigos desencarnados sobre a cremação ao invés do sepultamento dos mortos? No final de nossas atividades nosso caro Emmanuel escreveu sobre o assunto a página "Cremação".
CREMAÇÃO
De quando em quando, amigos da Terra nos inquirem com respeito aos resultados possíveis da cremação que tenhamos porventura experimentado após o afastamento do corpo denso.
E efetivamente o assunto se reveste de significação e proveito, pelas repercussões do processo crematório no plano espiritual.
Por muito se examine, no mundo, a presença da morte física, conferindo-se-lhe foros de igualdade em quaisquer circunstâncias, o óbito não é idêntico no caminho de todos.
Qual ocorre no berço, quando o renascimento estabelece condições diferentes, do ponto de vista orgânico, para cada um de nós, a separação do veículo terrestre está revestida de características originais para cada indivíduo. Além da existência comum na Terra, nem todas as criaturas se observam imediatamente exoneradas da inquietação e do trauma, da ansiedade ou do apego exagerado a si próprias.
Temos companheiros que, na desencarnação pelo fogo se liberam de improviso de qualquer conexão com os recursos que usufruíram na experiência material. Entretanto, encontramos outros, em vasta maioria, que embora a lenta desencarnação progressiva que atravessaram, se reconhecem singularmente detidos nas impressões e laços da vida material, notadamente nas primeiras cinquenta horas que se seguem à derradeira parada cardíaca no carro fisiológico. Fácil observar, em vista disso, que o período de espera, no espaço razoável de setenta e duas horas, entre o enrijecimento do corpo físico e a cremação respectiva, é tempo valioso para a generalidade de todos aqueles que se encontram em trânsito de uma vida para outra.
Isso é compreensível porque se muitos irmãos dispensam semelhante cuidado, desde os primeiros instantes de silêncio no cérebro, outros, aos milhares, se observam vinculados aos tecidos inertes de que já se desvencilharam, no anseio, embora vão, de revivescê-los. À face do exposto, nós, os amigos desencarnados, nada poderíamos aventar fundamentalmente contra a cremação. No entanto, entendendo que os nossos amigos - os homens da Esfera Física - ainda não dispõem de instrumento para analisar os graus de extensão e de intensidade do relacionamento entre o espírito recém-desencarnado e os resíduos sólidos que lhes pertenceram no mundo, consideramos justo que se lhes rogue o citado período de repouso, a favor dos chamados mortos, em câmara fria que lhes conserve a dignidade da forma. Depois disso o sepultamento ou a cremação nada mais representam, para a alma, que a desagregação mais lenta ou mais rápida das estruturas entretecidas em agentes físicos, das quais se libertou.
Emmanuel
Livro – Caminhos de Volta
Por Sérgio Ribeiro
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