Um dos mais graves problemas humanos está na dificuldade de convivência no lar. Pessoas que enfrentam desajustes físicos e psíquicos tem, não raro, uma história de incompatibilidade familiar, marcada por freqüentes conflitos.
Há quem os resolva de forma sumária: o marido que desaparece, a esposa que pede divórcio, o filho que opta por morar distante.
Justificando-se em face das tempestades domésticas alguns espíritas utilizam o conhecimento doutrinário para curiosas racionalizações:
— Minha mulher é o meu carma: neurótica, agressiva, desequilibrada. Que fiz de errado no passado, meu deus, para merecer esse "trem"?
— Só o Espiritismo para me fazer tolerar meu marido. Agüento hoje para me livrar depois. Se o deixar agora terei que voltar a seu lado em nova encarnação. Deus me livre! Resgatando meu débito não quero vê-lo nunca mais!
Conversávamos com idosa confreira que teve conturbada convivência com o esposo, falecido há alguns anos. e lhe dizíamos, brincando:
— A senhora vai ficar feliz quando desencarnar. Reencontraá seu querido. Ele a espera...
A resposta veio pronta, incisiva:
— Isso nunca! Prefiro ir para o inferno!
Um pai nos dizia:
— Certamente há um grave problema entre mim e meu filho, relacionado com o passado. Em certas ocasiões sinto vontade de esganá-lo. Ele me desafia, olha-me com ódio. Preciso controlar-me muito para não perder a cabeça.
realmente, nesses relacionamento explosivos que ocorrem em muitos lares há o que poderíamos definir como "compromisso cármico". Espíritos que se prejudicaram uns aos outros e que, não raro, foram inimigos ferozes, reencontram-se no reduto doméstico.
Unidos não por afetividade, nem por afinidade, e sim por imperativos de reconciliação, no cumprimento das leis divinas, enfrentam inegáveis dificuldades para a harmonização, mesmo porque conservam, inconscientemente, a mágoa do passado.
Daí as desavenças fáceis que conturbam a vida familiar. Naturalmente situações assim não interessam à nossa economia física e psíquica e acabam por nos desajustar.
Imperioso considerar, todavia, que esses desencontros são decorrentes muito mais de nosso comportamento no presente do que dos compromissos do pretérito. Não seria razoável Deus nos reunir no lar para nos agredirmos e magoarmos uns aos outros.
"Deus espera que nos amemos e não que nos amassemos".
Richard Simonetti, do livro "Uma Razão para Viver"
domingo, 9 de novembro de 2014
sábado, 8 de novembro de 2014
A Vida é uma passagem
"O mundo é feito de encontros e desencontros.
Encantos e desencantos. Ilusões e decepções.
Na realidade, é um ir e vir infinito, onde a medida que uns vão outros estão chegando.
O único porém é como deixar o que começamos. É olhar para trás e ver se valeu a pena.
Você, eu, ‘você outro’...
O que tem feito nesta sua vida ?
Encantos e desencantos. Ilusões e decepções.
Na realidade, é um ir e vir infinito, onde a medida que uns vão outros estão chegando.
O único porém é como deixar o que começamos. É olhar para trás e ver se valeu a pena.
Você, eu, ‘você outro’...
O que tem feito nesta sua vida ?
Tem valido a pena ?
Tem feito da sua vida motivo de orgulho para o Pai Todo Poderoso?
Coloque sua mente para funcionar e veja se tem levado uma vida digna e honesta?
Tens ajudado teu irmão?!
Tens feito por merecer uma vida além da vida sem muito arrependimento?
A vida é curta, uma passagem apenas ...
Tens te preparado para esta passagem ?
Tens te preparado para esta passagem ?
Ela será mais ou menos dolorida dependendo de suas obras. Dependendo do material usado em sua construção. Se usas material de primeira, tua obra será perfeita e não ruirá. Se o material usado for ruim, tudo o que fazes virá ao chão e nada terás para apresentar ao Pai, Nosso Deus.
Vamos fazer, vamos construir com amor e teremos uma construção sólida onde estará alicerçada nossa construção espiritual. Sejamos obreiros do Senhor e façamos tudo com a certeza de que está sendo bem feito. Só Jesus Nosso Senhor pode nos servir de exemplo na construção do bem. Que esta mensagem nos sirva para refletir e pensar nos nossos atos.
Um abraço fraterno a todos e que Deus Pai Todo Poderoso nos proteja.”
Autor desconhecido
Data : Julho de 2007.
Local : Sorocaba ( SP )
Médium : SAOG
Vamos fazer, vamos construir com amor e teremos uma construção sólida onde estará alicerçada nossa construção espiritual. Sejamos obreiros do Senhor e façamos tudo com a certeza de que está sendo bem feito. Só Jesus Nosso Senhor pode nos servir de exemplo na construção do bem. Que esta mensagem nos sirva para refletir e pensar nos nossos atos.
Um abraço fraterno a todos e que Deus Pai Todo Poderoso nos proteja.”
Autor desconhecido
Data : Julho de 2007.
Local : Sorocaba ( SP )
Médium : SAOG
fonte:Luz da Existência
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
Lembre -se
Se você estiver vivendo um momento de problema, procure dominar sua mente evitando a preocupação e os pensamentos negativos. Não é nada fácil, mas é perfeitamente possível se você se esforçar. Lembre-se que as preocupações não irão solucionar seus problemas, ao contrário, tudo vai continuar igual e você, por estar num estado de tensão, acabará tendo problemas de saúde. Evite também pensar negativo. Ajude a Vida para que ela trabalhe a seu favor trazendo as soluções de maneira mais rápida. Como se faz isso? Não deixando o negativismo tomar conta e, a cada pensamento ruim, coloque outro bom. Esse exercício é difícil no início, mas se você persistir acabará por se tornar fácil. As soluções podem aparecer a qualquer hora. Não existe problema sem solução, pois se existisse Deus seria injusto. Mas essa solução só virá no momento adequado, quando você estiver preparado. Até lá se preocupar é só perder tempo e energia. Pense nisso.
Espírito HERMES - Maurício de Castro,escritor e médium
Espírito HERMES - Maurício de Castro,escritor e médium
Benção Maior
“Amai pois, a vossa alma, porém, cuidai igualmente do vosso corpo, instrumento daquela.
Desatender as necessidades que a própria Natureza indica, é desatender a lei de Deus.
Não castigueis o corpo pelas faltas que o vosso livre arbítrio o induziu a cometer e pelas quais ele é tão responsável quanto o cavalo mal dirigido, pelos acidentes que causa. ” - LE, Cap.17, 11.
Teu corpo - tua bênção maior.
Auxilia-o com diligência para que ele te auxilie com segurança.
Educa-o para que te apóie a educação necessária.
Cabine de comando, - consegues manejá-lo, expedindo ordens e sugestões que remodelam o pedaço de globo em que respiras.
Cinzel, burilas com ele a matéria densamente concentrada, a fim de convertê-la em amparo e alegria.
Pena, utilizas-te dele para grafar as concepções; que te fulguram no cérebro, assimilando a inspiração das Esferas Superiores.
Lira, podes tanger-lhe as cordas do sentimento e compor a melodia verbal que se faça jubilosa renovação naqueles que te escutem.
Santuário, fazes dele o templo da emoção, haurindo forças para sonhar e construir ou formar o jardim da família, em que situas os filhos do coração.
Teu corpo tua benção maior.
Há quem o acuse pelo golpe da criminalidade ou pela demência do vício, como se o carro obediente devesse pagar e a embriaguez ou pelos disparates do condutor.
E existem ainda aqueles que o declaram culpado pelos assaltos da calúnia e pelas calamidades da cólera, qual se o telefone fosse responsável pela malícia e pelos desequilíbrios dos que lhe menosprezam e injuriam a utilidade.
Guardas a impressão de que resides, de modo exclusivo, na cidade ou no campo e na essência moras no corpo.
As máquinas modernas asseguram facilidades enormes.
Valeriam muito pouco sem o concurso das mãos.
Palácios voadores alçam-te às alturas.
Na experiência cotidiana, equilibras-te nos pés.
Os grandes telescópios são maravilhas do mundo.
Não teriam qualquer significação sem os olhos.
A música é cântico do Universo.
Passaria ignorada sem os ouvidos.
Imperioso saibas que manejas o corpo, na condição de engenho divino que a vida te empresta, instrumento indispensável à tua permanência na estância terrestre.
Não te enganes com o esmero de superfície.
Que dizer do motorista que primasse por exibir um carro admirável na apresentação, sentando-se alcoolizado ao volante?
Estimas a higiene.
Sabes fugir do empanzinamento com quitutes desnecessários.
Justo igualmente eliminar o lixo moral de qualquer manifestação que nos exteriorize a individualidade e evitar a congestão emocional pela carga excessiva de anseios inadequados.
A vida orgânica é baseada na célula e cada célula é um centro de energia.
Todo arrastamento da alma a estados de cólera, ressentimento, desanimo ou irritação equivale a crises de cúpula, Ac ocasionando desarranjo e desastre em forma de doença e desequilíbrio na comunidade celular.
Dirige teu corpo com serenidade e bom-senso.
Compenetra-te de que, embora a ciência consiga tratá-lo, reconstruí–lo, reanimá-lo, enobrecê-lo e até mesmo substituir-lhe determinados implementos, ninguém, na Terra, encontra corpo novo para comprar.
“Mas bem-aventurados os vossos olhos porque vêem, e os vossos ouvidos, porquê ouvem”. - - JESUS - MATEUS, 13:16.
(Do livro "O Livro da Esperança"- Emmanuel, Francisco Cândido Xavier)
Leia mais: http://www.cacef.info/news/ben%c3%a7%c3%a3o-maior/?
Desatender as necessidades que a própria Natureza indica, é desatender a lei de Deus.
Não castigueis o corpo pelas faltas que o vosso livre arbítrio o induziu a cometer e pelas quais ele é tão responsável quanto o cavalo mal dirigido, pelos acidentes que causa. ” - LE, Cap.17, 11.
Teu corpo - tua bênção maior.
Auxilia-o com diligência para que ele te auxilie com segurança.
Educa-o para que te apóie a educação necessária.
Cabine de comando, - consegues manejá-lo, expedindo ordens e sugestões que remodelam o pedaço de globo em que respiras.
Cinzel, burilas com ele a matéria densamente concentrada, a fim de convertê-la em amparo e alegria.
Pena, utilizas-te dele para grafar as concepções; que te fulguram no cérebro, assimilando a inspiração das Esferas Superiores.
Lira, podes tanger-lhe as cordas do sentimento e compor a melodia verbal que se faça jubilosa renovação naqueles que te escutem.
Santuário, fazes dele o templo da emoção, haurindo forças para sonhar e construir ou formar o jardim da família, em que situas os filhos do coração.
Teu corpo tua benção maior.
Há quem o acuse pelo golpe da criminalidade ou pela demência do vício, como se o carro obediente devesse pagar e a embriaguez ou pelos disparates do condutor.
E existem ainda aqueles que o declaram culpado pelos assaltos da calúnia e pelas calamidades da cólera, qual se o telefone fosse responsável pela malícia e pelos desequilíbrios dos que lhe menosprezam e injuriam a utilidade.
Guardas a impressão de que resides, de modo exclusivo, na cidade ou no campo e na essência moras no corpo.
As máquinas modernas asseguram facilidades enormes.
Valeriam muito pouco sem o concurso das mãos.
Palácios voadores alçam-te às alturas.
Na experiência cotidiana, equilibras-te nos pés.
Os grandes telescópios são maravilhas do mundo.
Não teriam qualquer significação sem os olhos.
A música é cântico do Universo.
Passaria ignorada sem os ouvidos.
Imperioso saibas que manejas o corpo, na condição de engenho divino que a vida te empresta, instrumento indispensável à tua permanência na estância terrestre.
Não te enganes com o esmero de superfície.
Que dizer do motorista que primasse por exibir um carro admirável na apresentação, sentando-se alcoolizado ao volante?
Estimas a higiene.
Sabes fugir do empanzinamento com quitutes desnecessários.
Justo igualmente eliminar o lixo moral de qualquer manifestação que nos exteriorize a individualidade e evitar a congestão emocional pela carga excessiva de anseios inadequados.
A vida orgânica é baseada na célula e cada célula é um centro de energia.
Todo arrastamento da alma a estados de cólera, ressentimento, desanimo ou irritação equivale a crises de cúpula, Ac ocasionando desarranjo e desastre em forma de doença e desequilíbrio na comunidade celular.
Dirige teu corpo com serenidade e bom-senso.
Compenetra-te de que, embora a ciência consiga tratá-lo, reconstruí–lo, reanimá-lo, enobrecê-lo e até mesmo substituir-lhe determinados implementos, ninguém, na Terra, encontra corpo novo para comprar.
“Mas bem-aventurados os vossos olhos porque vêem, e os vossos ouvidos, porquê ouvem”. - - JESUS - MATEUS, 13:16.
(Do livro "O Livro da Esperança"- Emmanuel, Francisco Cândido Xavier)
Leia mais: http://www.cacef.info/news/ben%c3%a7%c3%a3o-maior/?
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Conto de um Preto Velho
Dando início a uma destas reuniões mediúnica num centro espírita orientado pela doutrina de Allan Kardec, foi feita a prece de abertura por um dos presentes. Iniciando-se as manifestações, pequenas mensagens de consolo e apoio, foram dadas pelos desencarnados aos membros da reunião.
Quando se abriu o espaço destinado à comunicação de Espíritos necessitados, ocorreu o inesperado: a médium Letícia fica sob a influência de um Espírito
O dirigente, como sempre fez nos seus vinte e tantos anos de prática espírita, deu-lhe as boas-vindas, em nome de Jesus.
- Seja bem-vindo, meu irmão, nesta casa de caridade, disse-lhe Dr. Anestor.
O espírito respondeu:
- Boa noite, Fio. Suncê me dá licença prá eu me aproximá de seus trabalhos, Fio?".
- Claro, meu companheiro, nosso centro espírita está aberto a todos os que desejam progredir, respondeu o diretor da mesa.
Todos os presentes perceberam que a entidade comunicante era um preto-velho, a entidade continuou:
-"Vósmecê não tem aí uma cachacinha prá eu bebê, Fio?".
- Não, não temos, disse-lhe Dr. Anestor. Você precisa se libertar destes costumes que traz dos terreiros, que é o de ingerir bebidas alcoólicas.
O Espírito precisa evoluir, completou o dirigente.
- Vósmecê num tem aí um pito? Tô com vontade de pitá um cigarrinho, Fio.
- Ora, meu irmão, você deve deixar o mais breve possível este hábito adquirido nas práticas de terreiro, se é que queres progredir. Que benefícios traria isso a você?
O preto-velho respondeu:
- Preto-véio gostou muito de suas falas, mas suncê e mais alguns dos médiuns não faz uso do cigarro, Fio? Suncê mesmo num toma suas bebidinhas nos fins de sumana? Vós mecê pode me explicá a diferença que tem o seu Espírito que beberica `whisky' lá fora, do meu Espírito que quer beber aqui dentro? Ou explicá prá mim, a diferença do cigarrinho que suncês fuma na rua, daquele que eu quero pitar aqui dentro, Fio?
Dr. Anestor não pôde explicar, mas resolveu arriscar: - Ora, meu amigo, nós estamos num templo espírita e é preciso respeitar os trabalhos de Jesus. O preto-velho retrucou, agora já não mais falando como caipira:
- Caro dirigente, na escola espiritual da qual faço parte, temos aprendido que o verdadeiro templo não se constitui nas quatro paredes a que chamais centro espírita.
Para nós, estudiosos da alma, o templo da verdade é o do Espírito. E é ele que está sendo profanado com o uso do álcool e do fumo, como vêm procedendo os senhores. Vosso exemplo na sociedade, perante os estranhos e mesmo seus familiares, não tem sido dos melhores. O hábito, mesmo social, de beber e fumar deve ser combatido por todos os que trabalham na Terra em nome do Cristo. A lição do próprio comportamento é fundamental na vida de quem quer ensinar.
Houve grande silêncio diante de tal argumentação segura. Pouco depois, o Espírito continuou:
- Suncê me adescurpa a visitação que fiz hoje, e o tempo que tomei do seu trabalho. Vou-me embora para donde vim, mas antes, Fio, queria deixar a suncês um conselho: que tomem cuidado com suas obras, pois, como diria Nosso Sinhô', tem gente coando mosquito e engolindo camelos.
- Cuidado, irmãos, muito cuidado. Preto-véio deixa a todos um pouco da paz que vem de Deus. Ficam meus sinceros votos de progresso a todos os que militam nesta respeitável Seara".
Dado o conselho, afastou-se para o mundo invisível. Dr. Anestor ainda quis perguntar-lhe o porquê de falar "daquela forma", mas não houve resposta. No ar ficou um profundo silêncio, uma fina sensação de paz e uma importante lição para todos meditarem.
Autor Desconhecido
Quando se abriu o espaço destinado à comunicação de Espíritos necessitados, ocorreu o inesperado: a médium Letícia fica sob a influência de um Espírito
O dirigente, como sempre fez nos seus vinte e tantos anos de prática espírita, deu-lhe as boas-vindas, em nome de Jesus.
- Seja bem-vindo, meu irmão, nesta casa de caridade, disse-lhe Dr. Anestor.
O espírito respondeu:
- Boa noite, Fio. Suncê me dá licença prá eu me aproximá de seus trabalhos, Fio?".
- Claro, meu companheiro, nosso centro espírita está aberto a todos os que desejam progredir, respondeu o diretor da mesa.
Todos os presentes perceberam que a entidade comunicante era um preto-velho, a entidade continuou:
-"Vósmecê não tem aí uma cachacinha prá eu bebê, Fio?".
- Não, não temos, disse-lhe Dr. Anestor. Você precisa se libertar destes costumes que traz dos terreiros, que é o de ingerir bebidas alcoólicas.
O Espírito precisa evoluir, completou o dirigente.
- Vósmecê num tem aí um pito? Tô com vontade de pitá um cigarrinho, Fio.
- Ora, meu irmão, você deve deixar o mais breve possível este hábito adquirido nas práticas de terreiro, se é que queres progredir. Que benefícios traria isso a você?
O preto-velho respondeu:
- Preto-véio gostou muito de suas falas, mas suncê e mais alguns dos médiuns não faz uso do cigarro, Fio? Suncê mesmo num toma suas bebidinhas nos fins de sumana? Vós mecê pode me explicá a diferença que tem o seu Espírito que beberica `whisky' lá fora, do meu Espírito que quer beber aqui dentro? Ou explicá prá mim, a diferença do cigarrinho que suncês fuma na rua, daquele que eu quero pitar aqui dentro, Fio?
Dr. Anestor não pôde explicar, mas resolveu arriscar: - Ora, meu amigo, nós estamos num templo espírita e é preciso respeitar os trabalhos de Jesus. O preto-velho retrucou, agora já não mais falando como caipira:
- Caro dirigente, na escola espiritual da qual faço parte, temos aprendido que o verdadeiro templo não se constitui nas quatro paredes a que chamais centro espírita.
Para nós, estudiosos da alma, o templo da verdade é o do Espírito. E é ele que está sendo profanado com o uso do álcool e do fumo, como vêm procedendo os senhores. Vosso exemplo na sociedade, perante os estranhos e mesmo seus familiares, não tem sido dos melhores. O hábito, mesmo social, de beber e fumar deve ser combatido por todos os que trabalham na Terra em nome do Cristo. A lição do próprio comportamento é fundamental na vida de quem quer ensinar.
Houve grande silêncio diante de tal argumentação segura. Pouco depois, o Espírito continuou:
- Suncê me adescurpa a visitação que fiz hoje, e o tempo que tomei do seu trabalho. Vou-me embora para donde vim, mas antes, Fio, queria deixar a suncês um conselho: que tomem cuidado com suas obras, pois, como diria Nosso Sinhô', tem gente coando mosquito e engolindo camelos.
- Cuidado, irmãos, muito cuidado. Preto-véio deixa a todos um pouco da paz que vem de Deus. Ficam meus sinceros votos de progresso a todos os que militam nesta respeitável Seara".
Dado o conselho, afastou-se para o mundo invisível. Dr. Anestor ainda quis perguntar-lhe o porquê de falar "daquela forma", mas não houve resposta. No ar ficou um profundo silêncio, uma fina sensação de paz e uma importante lição para todos meditarem.
Autor Desconhecido
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Conselho sobre a Riqueza
O dinheiro pode ser algo muito bom quando utilizado para promover o progresso pessoal e do meio social em que vivemos, mas só.
Não é saudável nem para o corpo, nem para o espírito viver em busca de aumentar a fortuna que se amealha na Terra, nem desejar a riqueza para fruir de seus prazeres imediatos e passageiros, cujas consequências são sempre o vazio interior, a tristeza e a depressão.
Iludem-se aqueles que vivem para aumentar seus bens materiais, para ter a melhor casa, o melhor carro, as melhores roupas, como se isso fosse trazer a felicidade.
A felicidade independe das coisas externas.
A riqueza é, na maioria das vezes, pedra de tropeço para aqueles que a alcançam.
A verdadeira felicidade está na simplicidade.
Para ser feliz nada mais é preciso que um teto para nos cobrir, uma cama para dormir, comida para saciar nosso organismo, remédios para curar as mazelas que nosso pensamento produziu no corpo.
Nada mais.
A ilusão faz o brilho das coisas materiais ser maior do que é, seduzindo os desavisados que, para obtê-los, fazem as coisas mais torpes ou, mesmo na honestidade, dedicam a vida para para obtê-las para, assim que adquiri-las descobrir, decepcionado, que nada daquilo lhe fez mais feliz.
A felicidade está nas coisas mais simples da vida.
Você não precisa de uma casa melhor, de um carro melhor, de muito dinheiro, de roupas melhores que as que você já tem. Tudo isso é ilusão.
A verdadeira riqueza está no espírito. Essa nem o ladrão rouba, nem a traça corrói, nem preocupa sua perda, nem precisa de segurança, de cofre, de grades ou cercas elétricas.
Quem enriquece com as coisas do mundo acaba tornando-se um prisioneiro de si mesmo, pois a posse é possuidora.
Irmãos, pensem nisso e reflitam. As ilusões são as maiores causas do sofrimento humano.
Do amigo Hermes -Maurício de Castro
03 de novembro de 2014
Não é saudável nem para o corpo, nem para o espírito viver em busca de aumentar a fortuna que se amealha na Terra, nem desejar a riqueza para fruir de seus prazeres imediatos e passageiros, cujas consequências são sempre o vazio interior, a tristeza e a depressão.
Iludem-se aqueles que vivem para aumentar seus bens materiais, para ter a melhor casa, o melhor carro, as melhores roupas, como se isso fosse trazer a felicidade.
A felicidade independe das coisas externas.
A riqueza é, na maioria das vezes, pedra de tropeço para aqueles que a alcançam.
A verdadeira felicidade está na simplicidade.
Para ser feliz nada mais é preciso que um teto para nos cobrir, uma cama para dormir, comida para saciar nosso organismo, remédios para curar as mazelas que nosso pensamento produziu no corpo.
Nada mais.
A ilusão faz o brilho das coisas materiais ser maior do que é, seduzindo os desavisados que, para obtê-los, fazem as coisas mais torpes ou, mesmo na honestidade, dedicam a vida para para obtê-las para, assim que adquiri-las descobrir, decepcionado, que nada daquilo lhe fez mais feliz.
A felicidade está nas coisas mais simples da vida.
Você não precisa de uma casa melhor, de um carro melhor, de muito dinheiro, de roupas melhores que as que você já tem. Tudo isso é ilusão.
A verdadeira riqueza está no espírito. Essa nem o ladrão rouba, nem a traça corrói, nem preocupa sua perda, nem precisa de segurança, de cofre, de grades ou cercas elétricas.
Quem enriquece com as coisas do mundo acaba tornando-se um prisioneiro de si mesmo, pois a posse é possuidora.
Irmãos, pensem nisso e reflitam. As ilusões são as maiores causas do sofrimento humano.
Do amigo Hermes -Maurício de Castro
03 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Mensagem de André Luis
A vida não cessa.
A vida é fonte eterna e a morte é jogo escuro das ilusões.
O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples.
Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! É mister percorrer-vos, antes de tentar a suprema equação da Vida Eterna! É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe, no longo processo do aperfeiçoamento espiritual!... Seria extremamente infantil a crença de que o simples "baixar do pano" resolvesse transcendentes questões do Infinito.
Uma existência é um ato.
Um corpo - uma veste.
Um século - um dia.
Um serviço - uma experiência.
Um triunfo - uma aquisição.
Uma morte - um sopro renovador.
Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?
E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais e posições definitivas!
Ai! por toda parte, os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito!
É preciso muito esforço do homem para ingressar na academia do Evangelho do Cristo, ingresso que se verifica, quase sempre, de estranha maneira - ele só, na companhia do Mestre, efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas. Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa. Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma idéia dessa verdade fundamental.
Grato, pois, meus amigos!
Manifestamo-nos, junto a vós outros, no anonimato que obedece à caridade fraternal. A existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade. Aliás, não nos interessaria, agora, senão a experiência profunda, com os seus valores coletivos. Não atormentaremos alguém com a idéia da eternidade. Que os vasos se fortaleçam, em primeiro lugar. Forneceremos, somente, algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos na senda de realização espiritual, e que compreendem conosco que "o espírito sopra onde quer".
E, agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão. Atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na alma. Crede que guardarei semelhantes valores comigo, a vosso respeito, no santuário do coração.
Que o Senhor nos abençõe
O grande rio tem seu trajeto, antes do mar imenso. Copiando-lhe a expressão, a alma percorre igualmente caminhos variados e etapas diversas, também recebe afluentes de conhecimentos, aqui e ali, avoluma-se em expressão e purifica-se em qualidade, antes de encontrar o Oceano Eterno da Sabedoria.
Cerrar os olhos carnais constitui operação demasiadamente simples.
Permutar a roupagem física não decide o problema fundamental da iluminação, como a troca de vestidos nada tem que ver com as soluções profundas do destino e do ser.
Oh! caminhos das almas, misteriosos caminhos do coração! É mister percorrer-vos, antes de tentar a suprema equação da Vida Eterna! É indispensável viver o vosso drama, conhecer-vos detalhe a detalhe, no longo processo do aperfeiçoamento espiritual!... Seria extremamente infantil a crença de que o simples "baixar do pano" resolvesse transcendentes questões do Infinito.
Uma existência é um ato.
Um corpo - uma veste.
Um século - um dia.
Um serviço - uma experiência.
Um triunfo - uma aquisição.
Uma morte - um sopro renovador.
Quantas existências, quantos corpos, quantos séculos, quantos serviços, quantos triunfos, quantas mortes necessitamos ainda?
E o letrado em filosofia religiosa fala de deliberações finais e posições definitivas!
Ai! por toda parte, os cultos em doutrina e os analfabetos do espírito!
É preciso muito esforço do homem para ingressar na academia do Evangelho do Cristo, ingresso que se verifica, quase sempre, de estranha maneira - ele só, na companhia do Mestre, efetuando o curso difícil, recebendo lições sem cátedras visíveis e ouvindo vastas dissertações sem palavras articuladas. Muito longa, portanto, nossa jornada laboriosa. Nosso esforço pobre quer traduzir apenas uma idéia dessa verdade fundamental.
Grato, pois, meus amigos!
Manifestamo-nos, junto a vós outros, no anonimato que obedece à caridade fraternal. A existência humana apresenta grande maioria de vasos frágeis, que não podem conter ainda toda a verdade. Aliás, não nos interessaria, agora, senão a experiência profunda, com os seus valores coletivos. Não atormentaremos alguém com a idéia da eternidade. Que os vasos se fortaleçam, em primeiro lugar. Forneceremos, somente, algumas ligeiras notícias ao espírito sequioso dos nossos irmãos na senda de realização espiritual, e que compreendem conosco que "o espírito sopra onde quer".
E, agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão. Atração e reconhecimento, amor e júbilo moram na alma. Crede que guardarei semelhantes valores comigo, a vosso respeito, no santuário do coração.
Que o Senhor nos abençõe
Chico Xavier -André Luis
Assinar:
Postagens (Atom)