sábado, 14 de setembro de 2013

Psicografia

Todo ser humano é médium e a maioria tem a faculdade da psicografia, só não é maior o número de médium que faz a psicografia por falta de incentivo dos monitores de desenvolvimento prático mediúnico, o médium não tem confiança em si mesmo ou por medo de animismo.A psicografia no início é simples e natural que parece ser idéias do médium mas não é, com o treinamento ao passar do tempo o médium percebe que não esta sozinho em suas escritas.
O médium mecânico tem a sua mão controlada pelo espírito impulsionando-a sem que o médium possa controlar os movimentos, há casos de médiuns que escrevem com as duas mãos assuntos completamente diferentes, neste caso o médium só vai saber o que escreveu após o trabalho, esse fenómemo natural é importante porque caracteriza quem escreveu a mensagem dando mais segurança ao médium.
O médium semi-mecânico participa parcialmente da escrita, sabe das palavras que escreve mas não tem o conhecimento completo do texto no entanto pode filtrar se a palavra é de baixo nível.
O médium intuitivo são de maior número, o pensamento do espírito é mais forte que o pensamento do médium mas como o médium participa do trabalho deixa o médium em dúvida se o pensamento é dele ou não, somente com o tempo o médium ganha experiência e ganha confiança no que escreve. Neste caso o espírito não atua na mão do médium apenas passa por intuição a mensagem.
A qualidade das comunicações esta ligada diretamente a moral do médium e na faixa vibratória que se encontra os bons espíritos sempre acompanha os bons espíritas.
Todos os médiuns iniciantes devem treinar a psicografia mesmo que no início as palavras que chegam são simples, curtas ou sem significado, o importante é tentar sem se preocupar se há comunicação de espíritos ou não. O que importa é a seriedade do trabalho e o amor empregado.
A psicografia é um ato de caridade, há espíritos que querem se comunicar mas se encontram em uma faixa vibratória que o número de médiuns que tem essa faculdade é pequeno.
Meu conselho, se concentre, ore e lápis na mão que o trabalho espera por você.

Tadeu

Espiritismo para todos

Sono e Sonho

É no momento do sono que nosso espírito se desprende do corpo físico, permanecendo liga o por um cordão fluídico, e assume suas capacidades espirituais.Como está descrito no Evangelho Segundo o Espiritismo, "o sono foi dado ao homem para a reposição das forças orgânicas e morais. Enquanto o corpo recupera as energia que perdeu pela atividade no dia anterior, o espírito vai se fortalecer entre outros espíritos".Por isso a importância de termos uma conduta moral aplicada, com as companhias, leituras e músicas. Nossas companhias do dia serão as da noite, ou seja, o nosso pensamento vai atrair espíritos encarnados ou desencarnados que tenham a mesma sintonia que a nossa.
Há diversos estudos sobre os sonhos na parapsicologia, tentando desvendar esse enigma que nos afeta sempre que acordamos na intenção de decifrarmos algo que às vezes é um sinal, outras vezes não passa de meras imagens sem significado. Antigamente, os sonhos eram considerados visões proféticas e reveladoras do futuro, onde homens entravam em contato com deuses e demônios. Muitas vezes, suas interpretações ligavam-se a superstições, numerologia, crendices, astrologia, entre outros.
Ainda hoje, pessoas aproveitam da ignorância dos homens sobre o assunto e ganham dinheiro fácil na interpretação dos sonhos de quem as procura com o intuito de decifrá-los. Assim, tornam-se vulneráveis nas mãos de gente insensata ou espíritos zombeteiros, levianos e obsessores.
É através dos sonhos que temos contato com amigos, parentes, instrutores e desafetos. Dessa forma, precisamos aproveitar o máximo para podermos ser esclarecidos sobre as dificuldades que estamos passando. É através dessa conversa que teremos com esses espíritos afins que poderemos, no dia seguinte, estarmos aptos a tomar decisões mais precisas. Mesmo não lembrando do sonho na maioria das vezes, através de uma visão, uma frase ou uma conversa, podemos lembrar de algo que nos foi elucidado durante o sonho e, assim, podermos tomar a decisão correta.
GEAL
GRUPO DE ESTUDOS ANDRÉ LUIZ
Fonte: Cepal André Luiz
Marco Túlio Nichalick

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Encontros espirituais

Duas pessoas que se conhecem podem visitar-se durante o sono?
- Sim, e muitas outras que pensam não se conhecerem se encontram e conversam. Podes ter, sem que o suspeites, amigos em outro país. O fato de visitardes, durante o sono, amigo, parentes, conhecidos, pessoas que vos podem ser úteis, é tão frequente que o realizais quase todas as noites.
- Qual pode ser a utilidade dessas visitas noturnas, se não as recordamos?
- Ordinariamente, ao despertar, resta uma intuição que é quase sempre a origem de certas ideias que surgem espontaneamente, sem que se possa explicá-las, e não são mais que as ideias hauridas naqueles colóquios.
- O homem pode provocar voluntariamente as visitas? 
Pode, por exemplo, dizer ao adormecer: “Esta noite quero encontrar-me em espírito com tal pessoa; falar-lhe e dizer-lhe tal coisa?”
- Eis o que se passa: o homem dorme, seu Espírito desperta, e o que o homem havia resolvido o Espírito está, muitas vezes, bem longe de o seguir, porque a vida do homem interessa pouco ao Espírito, quando ele se liberta da matéria. Isto para os homens já bastante elevados, pois os outros passam de maneira inteiramente diversa a sua existência espiritual: entregam-se às paixões ou permanecem em inatividade. Pode acontecer, portanto, que, segundo o motivo que se propôs, o Espírito vá visitar as pessoas que deseja: mas o fato de o haver desejado quando em vigília não é razão para que o faça.
- Certo número de Espíritos encarnados pode então se reunir e formar uma assembleia?
- Sem nenhuma dúvida. Os laços de amizade, antigos ou novos, reúnem assim, frequentemente, diversos Espíritos que se sentem felizes de se encontrar.
Comentário de Kardec: Pela palavra “antigos” é necessário entender os laços de amizade contraídos em existências anteriores. Trazemos ao acordar uma intuição das ideias que haurimos nesses colóquios ocultos, mas ignoramos a fonte.
- Uma pessoa que julgasse morto um de seus amigos, que na realidade não o estivesse, poderia encontrar-se com ele em espírito e saber, assim, que continuava vivo? Poderia, nesse caso, ter uma intuição ao acordar?
- Como Espírito pode certamente vê-lo e saber como está. Se não lhe foi imposto como prova acreditar na morte do amigo, terá um pressentimento de que ele vive, como poderá ter o de sua morte.

O Livro dos Espíritos – Allan KardecLivro 2 – Mundo Espírita ou dos Espíritos
Cap. 8 – Emancipação da Alma
Item II – Visitas Espíritas Entre Vivos
Fonte: Espírita na Net 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Câncer na Visão Espírita

Como já dissemos, quando analisamos as infecções e as predisposições mórbidas, é preciso buscar na alma as raízes das doenças. No caso do câncer, não poderia ser diferente.
As produções mentais negativas geram irradiações impróprias, semelhantes às projeções de raios X ou de raios ultravioleta, que se tornam lesivas às células, prejudicando o trabalho sinérgico delas, e provocando, conseqüentemente, a sua desarticulação.
A doença surge como um estado secundário, na verdade, a origem do câncer ou da perturbação do equilíbrio celular encontra-se muito mais radicada na distonia da mente.
Sabemos que no núcleo da célula, no genoma (total de genes), temos o conjunto de probabilidades para a nova existência, construído com base no estado evolutivo do Espírito reencarnante, refletido no perispírito ou modelo organizador biológico. No núcleo , portanto, está expresso o carma de cada um, a conta do destino que ele traz de vidas anteriores, mas as criaturas têm a possibilidade de modificá-lo, todos os dias, fazendo suas escolhas, quanto ao funcionamento ou não de determinados genes; no caso do câncer, dos oncogenes.
A mente age sobre o citoplasma e influi diretamente sobre as "escolhas" dos genes, selecionando-os; dela vai partir, portanto, a ordem que os colocará em funcionamento ou não. Com o término da primeira fase do Projeto Genoma, em fevereiro de 2001, vimos como é importante o chamado meio interno, localizado no citoplasma da célula, e é justamente, aí, segundo informações dos Instrutores Espirituais, que a mente atua, determinando ao núcleo o que fazer. Isto explica porque, embora presente no genoma de famílias inteiras, determinado oncogene só se manifesta em alguns dos seus membros.
Por tudo isso, a medicina do futuro dará ênfase ao papel educativo do médico, que estará muito mais engajado no aspecto preventivo das doenças. Como educador e um dos principais agentes de saúde, ele ressaltará a importância da conduta moral elevada, difundindo a necessidade do cultivo da humildade e do devotamento ao bem para que o ser humano conquiste a saúde sem mácula. Segundo os ensinamentos espirituais, somente o amor puro, desinteressado, enseja a imunologia perfeita, porque permite a assimilação das forças superiores que mantém o corpo saudável. (60)

(Maiores informações, em Evolução em Dois Mundos, cap. XX)
Fonte: Além da vida

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Provas e Expiações

Qual a diferença entre expiação e prova?
Expiação é o resgate "imposto" pela Justiça Divina a espíritos recalcitrantes (teimosos). Prova é o resgate "escolhido" por espíritos conscientes de seus débitos e necessidades. 
Como identificar o espírito em expiação?
Geralmente é o indivíduo que não aceita seus sofrimentos, as situações difíceis que enfrenta, rebelando-se. Atravessa a existência a reclamar do peso de sua cruz.
E o espírito em provação?
Podemos identificá-lo como aquele indivíduo que enfrenta as atribulações da existência de forma equilibrada, aceitando-as sem murmúrios e imprecações. Como um aluno que se submete a exame, tenta fazer o melhor, habilitando-se a estágio superior.
É sempre assim?
Nada é definitivo no comportamento humano, já que exercitamos o livre-arbítrio. Um espírito em provação, que fez louváveis planos para a vida presente, pode refugar o que planejou. Da mesma forma, um espírito em expiação pode experimentar um despertamento da consciência, dispondo-se a enfrentar suas dores com dignidade, buscando o melhor.
Miséria é expiação?
Não é a posição social que determina a natureza das experiências vividas pelo espírito. O homem rico pode estar em processo expiatório, caracterizado por graves problemas. Por outro lado, a extrema pobreza pode ser uma opção do espírito em provação, atendendo a imperativos de sua consciência.
O que há em maior quantidade na Terra: espíritos em provação ou em expiação?
A humanidade é composta por uma maioria de espíritos imaturos, sem o necessário discernimento para planejar experiências. Situando-se nos domínios da expiação.Dois espíritos vivem a mesma situação aflitiva. Nasceram com grave limitação física. 
Um está em expiação, outro em provação. 
O sofrimento é igual para ambos?
Provavelmente aquele que está em provação sofrerá bem menos. Tendo planejado a deficiência que enfrenta, tenderá a aceitá-la melhor. Isso tornará bem mais leve a sua cruz. Rebeldia, inconformação, revolta, desespero, são pesos adicionais que tornam a jornada humana bem mais sofrida.
Quando a Terra deixará de ser um planeta de expiação e provas?
Quando o homem terrestre deixar de ver no Evangelho um mero repositório de virtudes inacessíveis, elegendo-o por roteiro divino para todas as horas, com a invencível disposição de vivenciar seus princípios em plenitude.

Richard Simonetti
Do livro: A força das ideias
GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC

A viagem do sono

Durante o sono, a alma não repousa como o corpo. O Espírito jamais está inativo. Durante o sono, afrouxam-se os laços que o prendem ao corpo e, não precisando este então da sua presença, ele se lança pelo espaço e entra em relação mais direta com os outros Espíritos.Em o que chamas sono, só há o repouso do corpo, visto que o Espírito está constantemente em atividade. Recobra, durante o sono, um pouco da sua liberdade e se corresponde com os que lhe são caros, quer neste mundo, quer em outros. Mas, como é pesada e grosseira a matéria que compõe, o corpo dificilmente conserva as impressões que o Espírito recebeu, porque a este não chegaram por intermédio dos órgãos corporais.
Na maioria das vezes olvidamos do que se passa no sono. Mas, ao despertarmos, guardamos a intuíção desse fato, do qual se originam certas idéias que nos vêm espontaneamente, sem que possamos explicar como nos acudiram. São idéias que adquirimos nessas confabulações.
Num estado que ainda não é bem o do adormecimento, estando com os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras cujas mínimas particularidades percebemos. Estando entorpecido o corpo, o Espírito trata de desprender-se. Transporta-se e vê. Se já fosse completo o sono, haveria sonho.
A atividade do Espírito, durante o repouso, ou o sono corporal, pode fatigar o corpo. Pois que o Espírito se acha preso ao corpo qual balão cativo ao poste. Assim como as sacudiduras do balão abalam o poste, a atividade do Espírito reage sobre o corpo e pode fatigá-lo.
Isto, pelo que concerne aos Espíritos elevados. Pelo que respeita ao grande número de homens que, morrendo, têm que passar longas horas na perturbação, na incerteza de que tantos já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, ou a mundos inferiores à terra, onde os chamam velhas afeições, ou em busca de gozos quiçá mais baixos do que os em que aqui tanto se deleitam. 
Vão beber doutrinas ainda mais vis, mais ignóbeis, mais funestas do que as que professam entre vós. E o que gera a simpatia na terra é o fato de sentir-se o homem, ao despertar, ligado pelo coração àqueles com quem acaba de passar oito ou nove horas de ventura ou de prazer. 
Também as antipatias invencíveis se explicam pelo fato de sentirmos em nosso íntimo que os entes com quem antipatizamos têm uma consciência diversa da nossa. Conhecemo-los sem nunca os termos visto com os olhos. É ainda o que explica a indiferença de muitos homens. Não cuidam de conquistar novos amigos, por saberem que muitos têm que os amam e lhes querem. Numa palavra: o sono influi mais do que supondes na vossa vida. 
Graças ao sono, os Espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos Espíritos. Por isso é que os Espíritos superiores assentem, sem grande repugnância, em encarnar entre vós. Quis Deus que, tendo de estar em contacto com o vício, pudessem eles ir retemperar-se na fonte do bem, a fim de igualmente não falirem, quando se propõem a instruir os outros. 
O sono é a porta que Deus lhes abriu, para que possam ir ter com seus amigos do céu; é o recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final, que os restituirá ao meio que lhes é próprio.
O sonambulismo natural e artificial, o êxtase e a dupla visão são efeitos vários, ou de modalidades diversas, de uma mesma causa. Esses fenômenos, como os sonhos, estão na ordem da Natureza. Tal a razão por que hão existido em todos os tempos. A História mostra que foram sempre conhecidos e até explorados desde a mais remota antigüidade e neles se nos depara a explicação de uma imensidade de fatos que os preconceitos fizeram fossem tidos por sobrenaturais.
O sono liberta a alma parcialmente do corpo. Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que fica permanentemente depois que morre. Tiveram sonos inteligentes os Espíritos que, desencarnando, logo se desligam da matéria. Esses Espíritos, quando dormem, vão para junto dos seres que lhes são superiores. Com estes viajam, conversam e se instruem. Trabalham mesmo em obras que se lhes deparam concluídas, quando volvem, morrendo na Terra, ao mundo espiritual. Ainda esta circunstância é de molde a vos ensinar que não deveis temer a morte, pois que todos os dias morreis, como disso um santo. 
Os bons espíritos podem preveni-lo, pelos processos intuitivos, quanto ao cuidado que deverá manter consigo mesmo no terreno das preocupações excessivas, mormente à noite, quando ocorrem os fenômenos desastrosos mais sérios de circulação, em vista da invigilância de muitas pessoas que se valem das horas sagradas do repouso físico para a criação de fantasmas cruéis, no campo vivo do pensamento.
De passagem por nosso templo, rogo vênia para ocupar-lhes a atenção com alguns apontamentos ligeiros, em torno de nossas tarefas habituais.- Dia e noite, no tempo, simbolizam existência e morte na vida. - Não há morte libertadora sem existência edificante. - Não há noite proveitosa sem dia correto. 
Vocês não ignoram que a atividade espiritual da alma encarnada estende-se além do sono físico; no entanto, a invigilância e a irresponsabilidade, à frente de nossos compromissos, geram em nosso prejuízo, quando na terra, as alucinações hipnogógicas, toda vez que nos confiamos ao repouso.
É natural que o dia mal vivido exija a noite mal assimilada.
O espírito menos desperto para o serviço que lhe cabe, certamente encontrará, quando desembaraçado da matéria densa, trabalho imperioso de reparação a executar.
- Por esse motivo, grande maioria de companheiros encarnados gasta as horas de sono exclusivamente em esforço compulsório de reajuste. 
- Mas, se o aprendiz do bem atende à solução dos deveres que a vigília lhe impõe, torna-se, como é justo, além do veículo físico, precioso auxiliar nas realizações da Esfera Superior. 
Convidamos, assim, a vocês, tanto quanto a outros amigos a quem nossas palavras possam chegar, à tarefa preparatória do descanso noturno, através do dia retamente aproveitado, a fim de que a noite constitua uma província de reencontro das nossas almas, em valiosa conjugação de energias, não somente a benefício de nossa experiência particular, mas também a favor dos nossos irmãos que sofrem.
Muitas atividades podem ser desdobradas com a colaboração ativa de quantos ainda se prendem ao instrumento carnal, principalmente na obra de socorro aos enfermos que enxameiam por toda parte.
Vocês não desconhecem que quase todas as moléstias rotineiras são doenças da idéia, centralizadas em coagulações de impulsos naturais, e somente idéias renovadoras representam remédio decisivo.
Por ocasião do sono, é possível a ministração de amparo direto e indireto às vítimas dos labirintos de culpa e das obsessões deploráveis, por intermédio da transfusão de flúidos e de raios magnéticos, de emanações vitais e de sugestões salvadoras que, na maior parte dos casos, somente os encarnados, com a assistência da Vida Superior, podem doar a outros encarnados.
E benfeitores da Espiritualidade vivem a postos, aguardando os enfermeiros de boa-vontade, samaritanos da caridade espontânea, que, superando inibições e obstáculos, se transformem em cooperadores diligentes na extensão do bem.Se vocês desejam partilhar semelhante concurso, dediquem alguns momentos à oração, cada noite, antes do mergulho no refazimento corpóreo.
Contudo, não basta a prece formulada só por só.
É indispensável que a oração tenha bases de eficiência no dia bem aproveitado:- com abstenção da irritabilidade, - esforço em prol da compreensão fraterna, - deveres irrepreensivelmente atendidos, - bons pensamentos, - respeito ao santuário do corpo, - solidariedade e entendimento para com todos os irmãos do caminho.
- E, sobretudo:- com a calma que não chegue a ociosidade, - com a diligência que não atinja a demasiada preocupação, - com a bondade que não se torne exagero afetivo, - e com a retidão que não seja aspereza contundente
Em suma, não prescindimos do equilíbrio que converta a oração da noite numa força de introdução à espiritualidade eliecida, porque, através da meditação e da prece, o homem começa a criar a consciência nova que o habilita a atuar dignamente fora do corpo adormecido.
Consagrem-se à iniciação a que nos referimos e estaremos mais juntos. É natural não venham a colher resultados, de imediato, nas faixas mnemônicas da recordação, mas, pouco a pouco, nossos recursos associados crescerão, oferecendo-nos mais alto sentido de integração com a vida verdadeira e possibilitando-nos o avanço progressivo no rumo de mais amplas dimensões nos domínios do Universo.
Aqui deixamos assinalada nossa lembrança que encerra igualmente um apelo ao nosso trabalho mais intensivo na aplicação prática ao ideal que abraçamos, porque a alma que se devota à reflexão e ao serviço, ao discernimento e ao estudo, vence as inibições do sono fisiológico e, desde a Terra, vive por antecipação na sublime imortalidade.

Fonte:"No Mundo Maior"-André Luiz- Chico Xavier-Instrução Espiritual de Calderaro.
Fonte:Cepal André Luís

O que acontece quando dormimos?

Para entender o que acontece conosco durante o SONO, precisamos saber que todos nós temos três partes:

Somos ESPÍRITO
Ser inteligente que existia antes do corpo e que continua a existir depois dele
.Temos um PERISPÍRITO
Também chamado de corpo energético ou bioplásmico, invisível no estado normal.
Temos um CORPO
Organismo de matéria visível ao qual o Espírito fica ligado durante toda a sua encarnação.
Nosso corpo precisa dormir, mas nós, Espíritos, não.O PERISPÍRITO é uma ligação elástica, flexível, com o corpo. Isto é, ele pode se esticar, permitindo que o Espírito se afaste.Então, enquanto o corpo descansa, o Espírito pode se libertar parcialmente do seu corpo.
O Espírito aproveita estes momentos para:
 • passear pelo espaço;
 • trabalhar e estudar no Mundo Espiritual;
• comunicar-se com outros Espíritos;
 • ver à distância e através dos objectos opacos; 
• recordar seu passado e, algumas vezes, prever o futuro.
Quando acordamos, guardamos algumas lembranças do que experimentamos durante o sono. Estas lembranças são os SONHOS.
Por que sonhamos coisas malucas?
Porque não nos lembramos de tudo que experimentamos na semi-liberdade do sono. Lembramos pedaços, que se misturam às coisas que nos preocupam, ao que fizemos durante o dia, à nossa imaginação, etc.Ficamos com algumas imagens e impressões, que parecem confusas e sem sentido, mas que fazem parte da experiência que tivemos durante o sono.

Fórum Espírita